quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Roberto e seus aliados: a hora é agora de limpar as gavetas, apagar memórias de CPU e o risco de deixar vestígios


O prefeito Roberto Sobrinho (PT) e toda sua equipe saiu sentenciada nas urnas pela população de Porto Velho, estes sofreram uma derrota anunciada. Mas ninguém é bobo em sentenciar que o prefeito Roberto venha abandonar a carreira política após a “peia” que a sua candidata Fátima Cleide (PT) levou nas urnas no primeiro turno da Eleição municipal deste ano.
         No PT quem sofreu o maior revés foi a ex-senadora Fátima Cleide e não Roberto Sobrinho (PT), mesmo que ela tenha carregado nas costas o desgaste da administração petista frente a prefeitura da capital. Pois Roberto conseguiu eleger uma boa bancada de vereadores, ou seja, fazendo com que o PT tenha quatro vereadores na Câmara Municipal que irão trabalhar com afinco pela aprovação de suas contas.
         Se engana ainda quem disser que eleger vereador na capital e mantê-los como aliados não tem importância no jogo político. Pois o prefeito Roberto Sobrinho (PT) não só ajudou eleger vereadores na capital, como também, saiu fortalecido para as eleições de 2014, ou seja, elegeu aliados como prefeito em Guajará-Mirim, Presidente Médici, Jaru e Costa Marques.
Sendo assim, quem disser que Roberto Sobrinho (PT) está fora da eleição em 2014, revela desconhecer o efeito fênix na política, ou seja, significa morrer e nascer várias vezes ao longo da carreira política. Portanto, é sabido que Roberto ficou conhecido como tocador de obras que não consegue terminar. Sua administração foi marcada por alguns escândalos de corrupção com verbas da saúde, na regularização fundiária, beneficiamentos de empresas em processos licitatórios, os aumentos abusivos das passagens etc. Fatores esses que o compromete para uma disputa majoritária, mas não o tira do processo político.
         Até 2014 o PT não terá tempo para construir um nome para disputas majoritárias, mesmo que aposte no desgaste político do atual governador Confúcio Moura (PMDB) e muito menos se aliar a sua oposição por conta do histórico de enfrentamento de suas maiores lideranças ao senador Ivo Cassol (PP).
         Nesse momento para Roberto Sobrinho e os petistas que fazem parte de sua administração há oito anos, não só está na derrota amarga das urnas, mas em deixar a prefeitura no próximo dia 31 de dezembro, pois a hora é agora de limpar as gavetas, raspar o fundo do tacho, apagar memórias de CPU para não correr o risco de deixar vestígios ao entregar os cargos e saindo como se nada de errado tivesse sido feito ao longo desses anos.

terça-feira, 30 de outubro de 2012

Passo e descompasso do pensamento de duas gerações


Recentemente encontrei um cidadão que reclamava na fila de uma casa lotérica da bagunça política instalada no cenário político brasileiro devido a tantos escanda-los de corrupção. Este com seu saudosismo usava palavras fortes para expressar a sua saudade do período da Ditadura Militar instalada em nosso país através de um golpe de Estado. O retruquei dizendo a ele que hoje vivemos nessa bagunça, porque no período da Ditadura, só os militares sabiam de seus próprios escanda-los de corrupção e, a imprensa, vivia amordaçada pela censura, por isso a sua geração não sabiam de tanto como sabemos no hoje.
O nosso país como os demais da América Latina conviveu por mais de duas décadas com Ditaduras Militares devido a um projeto geopolítico desenhado estrategicamente pelos Estados Unidos da América, no intuito de manter sobre sua orbita os “países que faziam parte do seu quintal”, ou seja, uma forma de conter o avanço dos governos progressistas e de orientação socialista, período esse de rivalidade ideológica conhecida como Ordem Bipolar ou Guerra Fria, na verdade, capitalismo versus socialismo.
Ao então recente passado ditatorial faz com que o pensamento de duas gerações se confronte, uma que lutou pelo fim das ditaduras e outra que sente saudade da mordaça, da chibata e da miséria ideológica. Uma sociedade que convive com uma geração esperança, centrada seu pensamento nas bases progressistas, defesa da participação política, manutenção da democracia e sempre com o desejo ardente na alma pela solução dos graves problemas sociais acumulados.
Desde o processo de abertura política nos países latinos americanos na década de 1980 a 1990, sucederam-se momentos impares para construção de uma sociedade livre e rica em pensamentos voltados para efetivação de democracias constitucionais, na verdade, um período muito árduo para todos esses países, inclusive o Brasil, que precisava dar respostas rápidas aos desejos de justiça e igualdade social, através de ações necessárias visando transformar um país injusto no seu “bolo econômico” num país mais justo, solidário, inclusivo e atento aos anseios da expectativa de ascensão social de cada cidadão.
Mas é transparente que ainda há muito por fazer, compreender esses novos caminhos e buscar construir novos cenários com bases nas experiências concretas bem sucedidas de níveis locais. Respeitando as diferenças regionais a partir do conhecimento dos seus limites, possibilidades de desenvolvimento sustentável, bem como suas mazelas que se engendram a atrapalham o desenvolvimento. Sobretudo, o sombreamento das reais contradições numéricas sociais e das discussões políticas em torno desses problemas sociais e econômicos a serem resolvidos.
O passo e descompasso do pensamento dessas duas gerações precisam ser entendidos como um mapeamento crítico, das reflexões teóricas e do conhecimento individual acumulado, vivido na prática durante os processos históricos de cada cenário e os embates que necessário foram para afirmação dos movimentos de luta de liberdade e convivência real com um modelo de sociedade democrática.
Assim, se faz necessário que os personagens dessa nova geração conscientizem a outra geração a não sentir saudades dos temos que viviam com vendas nos olhos e ouvidos mocos, que compreenda a sua libertação da caverna e a luz puderam enxergar. Essas duas gerações precisam ser a água misturada ao vinho, para por em marcha, a construção de uma agenda inovadora, visando o fortalecimento do processo político centrado na liberdade e com base na solidariedade, como está escrito no Preâmbulo da nossa Constituição de uma geração que derramou sangue e deu a sua vida pelo retorno da democracia, com o desejo de construir uma pátria livre, justa e fraterna.

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

O duro recado da população ao governador Confúcio Moura e ao senador Ivo Cassol


Finalizado o processo eleitoral com os resultados das urnas no segundo turno na nossa capital Porto Velho, não ficou dúvidas que o eleitor tanto da capital quanto dos maiores colégios eleitorais do nosso Estado, não anda muito satisfeito com as ações do governo Confúcio Moura (PMDB) e atuação política do senador Ivo Cassol (PP) no senado.
Mesmo que o PMDB tenha tido feito prefeituras e vice-prefeituras no interior, bem como o crescimento do PP sobre o comandado do senador Ivo Cassol no Estado, o eleitor sentiu a ausência desses líderes no segundo turno da capital, demonstrando que as maiores lideranças políticas envolvidas na disputa, direta ou indiretamente, precisem refletir suas artimanhas e atuações políticas para evitar um novo revés nas urnas da capital em 2014.
É preciso essas lideranças ficarem atento com a população, pois com as redes sociais, as ferramentas de pesquisas na internet e a mídia eletrônica que expõem o político a diversos cenários que demonstra a atuação política e administrativa do político, bem como transparece suas articulações para se manter ou chegar ao poder.
Portanto, de um lado temos que nos perguntar por que as grandes lideranças políticas sofreram tamanha derrota nas urnas da capital? Será que a resposta mais óbvia é o estilo de fazer alianças sem fazer amigos? De trazer o inimigo para dentro de casa sem reconhecer aqueles que desejam permanecerem amigos? Então, é preciso se reportar aos exemplos históricos de que todos aliados que um político desperdiça são um ferrenho adversário amanhã. 

Assumir compromissos e responsabilidades para fazer o PHS bem maior


Não me canso de agradecer desde ontem nas redes sociais o apoio de familiares, amigos, correligionários, lideranças partidárias, colaboradores e conhecidos pelo apoio que o PHS recebeu para seu projeto de lançar um candidato a vice-prefeito da capital e a proeza em conseguir chegar ao segundo turno de uma eleição acirradíssima numa capital de Estado.
No cenário político interno do partido, Porto Velho foi o palco da única disputa em que o PHS disputou a eleição como protagonista numa chapa majoritária. Muito tenho que agradecer ao vereador eleito Jair Montes (PTC), Deputado Estadual Tucura (PRP), Cezar Licório (PRP) e Ronaldo Viana (PRP), Ednei Lima (PSL), vereador Eduardo Rodrigues (PV) e por último, a Lindomar Garçon (PV) por terem aceitado a indicação.
Enquanto PHS, agradecer a oportunidade dos eleitores de Porto Velho em permitir que o nosso partido fosse para o segundo turno, desbancando partidos grandes de potencial eleitoral e poder político a exemplo do PT, PSDB e PMDB. Nesse instante, devemos ficar tranquilo diante dos resultados das urnas, sair fortalecido espiritualmente e amadurecido politicamente. Tivemos a oportunidade de percorrer bairros e distritos, conhecer e fazer novos amigos, entrar na casa das pessoas e conviver com as dificuldades de quem mais precisam da atenção do poder público, reforçando o meu desejo de continuar a nossa luta por qualidade de vida para aqueles que vivem na nossa franja urbana. Sendo preciso encarar essa verdade e sensibilizar nossos personagens dos poderes públicos para derrubarem esse muro da vergonha que separa a nossa cidade feita para os ricos da cidade feita para os pobres.
Agora é desarmar os espíritos, o palanque de campanha e dizer que eleição é como futebol, o povo elege o time de sua preferência. Assim, enquanto partido, devemos assumir compromissos e responsabilidades para fazer o PHS bem maior no nosso Estado. Portanto, aproveitar para desejar aos eleitos Mauro Nazif (PSB) e Dalton di Franco (PDT), sucesso e sorte na administração a frente da prefeitura da nossa capital, pois em suas mãos estará à missão de transformar Porto Velho na cidade que desejamos.

Pra onde vão Fátima Cleide, Mariana Carvalho e Lindomar Garçon com o término da eleição?

Candidatos a prefeito de Porto Velho (Foto: Taísa Arruda/G1)

Porto Velho teve uma eleição municipal acirradíssima no primeiro turno para escolha do seu oitavo prefeito eleito após a criação do Estado de Rondônia. Foram nove candidatos que por diversas vezes se embolaram nas sondagens de intenção de voto durante o primeiro turno da eleição.
Os resultados das urnas em Porto Velho mostrou o que é capaz de fazer o Marketing Eleitoral, pois a ele sim, pode creditar a vitória acachapante do candidato Mauro Nazif (PSB) no segundo turno sobre o segundo colocado.
A candidata Fátima Cleide (PT) teve um bom Marketing Eleitoral, mas não teve o empenho da militância petista que saiu rachada no processo de escolha interna do partido para saber quem seria o candidato a prefeito da legenda, e depois, não soube enfrentar no palanque eletrônico e nas ruas a rejeição do atual prefeito Roberto Sobrinho do mesmo partido.
A jovem médica e advogada Mariana Carvalho (PSDB) que tem tradição familiar na política foi a grande revelação da eleição, mais uma semana de campanha teria chegado ao segundo turno. Essa teve um marketing eleitoral inteligente, e a mesma, arregaçou as mangas indo aos bairros e distritos pedir voto cara a cara com o eleitor. A menina afastou os caciques da legenda e assumiu a ponteira do time na rua. Resta saber se o eleitor vai esquecer a sua omissão em não declarar o seu voto para prefeito no segundo turno das eleições.
Quanto a Lindomar Garçon (PV) que liderou as pesquisas no primeiro turno mesmo com pouco tempo de televisão, ainda teve a proeza de chegar ao segundo turno com uma boa margem de voto sobre o segundo colocado. Mas é preciso admitir, o candidato conseguiu perder para ele mesmo quando não soube disciplinar-se diante da coordenação de campanha, superar a sua fragilidade eleitoral, aprender a ouvir o Marketing Eleitoral, ter ao seu lado uma boa base intelectual consistente e discutir no grupo como se articular a construção de apoios políticos.
Assim, resta saber pra onde vão Fátima Cleide (PT), Mariana Carvalho (PSDB) e Lindomar Garçon (PV) com o término da eleição?

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Mauro Nazif vem claramente menosprezando o eleitor


O candidato Dr. Mauro Nazif (PSB) nos últimos debates e nas últimas entrevistas concedidas, vem demonstrando claramente o seu menosprezo ao eleitor mais humilde que vive nos distritos e nas franjas urbanas da nossa capital. Este subestima a inteligência da população de Porto Velho, demonstrando a sua soberba de vitória antecipada, afirmando que já lidera as pesquisas e na sua fala, transparece a de autoridade como prefeito empossado.
Nas afirmações agressivas e ataques com acusações infundadas ao candidato Lindomar Garçon (PV), o candidato Mauro deixa bem claro o seu menosprezo por parte do eleitorado que vota no Garçon quando afirmar que ele é médico e mais preparado por conta da sua formação acadêmica para administrar a cidade de Porto Velho.
Os gestos do candidato Mauro Nazif (PSB) de menosprezar e subestimar a inteligência do eleitor nos faz lembrar a disputa acirrada na eleição para prefeito de São Paulo, quando o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso perdeu para Jânio Quadros devido à mesma soberba e o canto de vitória antecipada, que tomou conta do candidato Fernando Henrique Cardoso, quando este menosprezou o eleitorado do então candidato Jânio Quadros que tinha a preferência dos eleitores mais humildes.
O candidato Mauro precisa ser reorientado por sua equipe de Marketing, o mesmo cometeu o erro do candidato Fernando Henrique Cardoso quando disputou a prefeitura de São Paulo e recentemente o candidato republicano Mitt Romney à Casa Branca que se acharam maior que o eleitor por conta de sondagem eleitoral, portanto, passaram achar que não precisa dos mais humildes para se tornar prefeito de Porto Velho. O mesmo precisa lembrar que os eleitores venceram o medo quando elegeram um metalúrgico presidente do Brasil e um negro como presidente dos Estados Unidos da América.

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Debate da TV Allamanda: Nazif muda estratégia de atacar Garçon


A campanha eleitoral para escolha do próximo prefeito de Porto Velho vem se acirrando a cada dia, devido os candidatos Dr. Mauro Nazif (PSB) e Lindomar Garçon (PV) estarem embolados nas pesquisas eleitorais publicadas nesse segundo turno.
Tanto o debate entre os candidatos na Rede TV como na TV Candelária, o candidato Dr. Mauro Nazif (PSB) atacava constantemente o seu oponente Lindomar Garçon (PV), o chamando de mentiroso, ficha suja e com alfinetadas preconceituosas. Assim, por diversas vezes em ambos os canais de televisão, foi preciso os mediadores interferir e chamar atenção do candidato em relação às ofensas pessoais lançadas ao candidato Lindomar Garçon.
Num debate morno na TV Allamanda ontem (23/10), com regras confusas e recheadas de erros técnicos, o candidato Dr. Mauro Nazif (PSB) mudou a sua estratégia de confronto, ataques pessoais e as alfinetadas preconceituosas ao candidato Lindomar Garçon.
A mudança de estratégia de não partir para os ataques e confrontos como vinha o candidato Dr. Mauro (PSB) ao candidato Garçon (PV), deve ter sido por conta desse último, revelar nesse segundo turno, os “modos operandi” dos irmãos Nazifes na vida pública. 

terça-feira, 23 de outubro de 2012

A tática de desconstruir o discurso por armadilhas e provocações


O candidato a prefeito Dr. Mauro Nazif (PSB) em sua propaganda eleitoral, na postura dos debates e nas redes sociais, esta claramente demonstrando que partiu para o vale tudo, numa tentativa de ganhar a eleição no próximo domingo (28/10), esquecendo-se dos bons princípios que devem reger um processo eleitoral.
O candidato em questão esqueceu que os tempos são outros, esse vem utilizando as mesmas táticas que me faz lembrar os radicais dos tempos de universidade, ou seja, quando não tinha argumento, usava como tática, a desconstrução do discurso do outro, cheio de armadilhas e provocações à honra e os princípios morais da pessoa humana.
Digo e repito, que até então, no primeiro turno, não sabíamos de quem partia as multiplicações de publicações nas redes sociais recheados de Troll e Fake´s, que segundo o jornalista Marcos Masini, nos afirma que a “função destes é disseminar, insistentemente informações errôneas, falácias, balelas e deturpações – o mantra destes é: uma mentira multiplicada se torna uma verdade. Por quê? Por interesses financeiros, partidários, esdrúxulos ou escusos”.
Essas pessoas disfarçadas de Troll´s em sua maioria são bancados por empresas concorrentes e no período eleitoral, por políticos que detém maior poder econômico.  Segundo Masini, “o Troll pago, geralmente, tem um bom nível intelectual, vocabulário sofisticado e desfila referências e contradiz os argumentos dos rivais por conhecimento e pesquisa (deturpada), muitas vezes expondo-os ao ridículo e questionando sua formação educacional. Fotos e bio, claro, nada é verdadeiro. Tudo para impressionar os desavisados e para ganhar seguidores.
Assim eleitor, fique atento a quem tentar lhe enganar e semear mentiras e inverdades nessa reta final nesse processo eleitoral para escolha do próximo prefeito de Porto Velho.

É o apoio do povo que importa, pois é para ele que se governa!



         Não posso me silenciar diante dos números do IBOPE divulgados ontem (22/10) e tantas outras pesquisas que foram divulgadas no primeiro e segundo turno. Pois desde o início venho falando para militância da Coligação Por Amor a Porto Velho, que não acreditem em pesquisas, tantos as que sempre nos colocaram a frente, como as que nos colocaram atrás. Pois a verdadeira pesquisa é a do trabalho continuo da militância partidária, e de quando, se apura o último voto divulgado com o resultado final da apuração.
        As pesquisas nessa fase eleitoral quando divulgada, só serve para quem tem apoio de algum poder econômico interessado em confundir a cabeça do eleitor como estratégia para vencer as eleições. Na verdade essas pesquisas manipuladas já deveriam ter sido suspensas, pois essas sondagens nos processos eleitorais não demonstram a realidade do eleitor da cidade e dos nossos distritos como um todo.
    Assim, se dependesse do IBOPE, Leonel Brizola (PDT) não teria se tornado governador do Rio de Janeiro; Ronaldo Cunha Lima (PMDB) não teria passado pro segundo turno na Paraíba, derrotando o ex-governador Wilson Braga (PDT); Cássio Cunha Lima (PSDB) não teria vencido pra ser o governador dos paraibanos; Jackson Vagner (PT) não teria se tornado governador da Bahia já no primeiro turno, derrotando o clã Magalhães (PFL); Liziane Lins (PT) não teria vencido por duas vezes a prefeitura de Fortaleza; Marcone Perillo (PSDB) no Goiás e tantos outros erros históricos do IBOPE, que divergem dos sentimentos vistos nas ruas de Porto Velho e nos números das pesquisas de consumo interno.
     Portanto, a militância e o eleitor que acredita na verdade e num programa de governo de bases populares, não se deixe abater, vamos continuar o trabalho de convencimento e ganhar as ruas da nossa capital levando a proposta para uma cidade feita para as pessoas! Vamos demonstrar que a esperança vencerá o medo, as mentiras e a violência! Vamos demonstrar a nossa garra pela vontade de vencer quem já loteou a nossa cidade! Vamos unir os nossos corações por amor a Porto Velho hoje, amanhã e sempre!

A esperança é verde e vencerá as inverdades e mentiras



Sabe, faço militância política partidária desde os meus dezessete anos quando sai do movimento estudantil. Sempre busquei a coerência, a coragem para decidir e a persistência nos ideais que acredito construído ao longo dos meus verdes anos, buscando o conhecimento nos livros e ouvindo pessoas.
 Sou de uma geração que viu Collor ser eleito presidente do nosso país, sua vitória foi marcada por uma cortina de fumaça, pregando a moralidade pública e o fim da corrupção. Logo sua máscara caiu, e veio à era Itamar e Fernando Henrique Cardoso. Do outro lado estava à resistência da classe operária e classe média brasileira, divida com Lula e Brizola.
Meus olhos tiveram a chance de ver diversos ataques da grande mídia nacional e das grandes elites brasileiras, principalmente a elite pauliceia e carioca contra Lula e Brizola. O brizolismo morreu nas urnas por não trair suas convicções e Lula avançou, abrindo o dialogo com as elites e os setores produtivos, fazendo do industrial José de Alencar (a época Partido Liberal-PL) seu vice-presidente da República, ou seja, se juntou as classes mais conservadoras com cara de progressista.
Sendo assim, nesses anos de militância política, a frase que mais marcou minha memória, foi a proferida pelo Lula como presidente eleito: “o Brasil está mudando como país e, mais importante, a esperança venceu o medo, e hoje eu posso dizer para vocês, que o Brasil mudou sem medo de ser feliz".
E a minha mensagem de hoje, é que continuo acreditando num projeto de governo popular para nossa Porto Velho. Projeto esse, assentado nas inspirações das pessoas que mais precisam de atenção básica e melhoria da sua qualidade de vida. Porém, é preciso ações verdadeiras, que possam transformar a vida de quem mora nas franjas urbanas da nossa capital, e nesse momento, o candidato mais preparado e que conhece de gestão pública é Lindomar Garçon para colocar em prática esse projeto de inspiração popular.
Novamente, venho pedir um minuto da sua reflexão sobre o dia em que nosso país venceu o medo e o preconceito contra um metalúrgico. Portanto, em Porto Velho não pode ser diferente, vamos fazer da nossa esperança uma realidade, vencendo o medo e o preconceito contra um homem que teve como primeira profissão na vida, a de Garçom, uma das mais nobres, pois a sua principal missão é de servir bem as pessoas.
Assim, vamos nos dar as mãos por amor a Porto Velho de verdade, sem mentiras e inverdades que são lançadas na propaganda eleitoral e nas redes sociais. Essas inverdades e mentiras são maquinadas por mentes doentias, que procuram confundir o eleitor e não conhece a realidade de quem vive as margens da sociedade.

sexta-feira, 19 de outubro de 2012

Debate da Rede TV: Mauro Nazif (PSB) defende a palmada como prática educativa


Assistindo ao debate promovido pela Rede TV entre os candidatos a prefeito Lindomar Garçon (PV) e Mauro Nazif (PSB) na noite de ontem (18/10), esse último recomendou a violência como processo educativo, provocando na hora a minha indignação como educador. Levando-me a uma profunda reflexão do exercício da profissão de professor na sala de aula e relação com o educando.
Recorri a um estudo dos pesquisadores em psicologia da Universidade Federal do Paraná sobre o uso de palmadas e surras como prática educativa. O artigo cientifico organizado pela Lidia Natalia Dobrianskyj Weber, nos apresenta uma reflexão sobre várias indicações como as crianças eram tratadas no passado quando nos relata provérbios bíblicos ou ditos populares mostrando indicações para o uso de punição corporal como método disciplinar há milênios. “A vinculação da punição corporal com a disciplina vem sendo transmitida ao longo de muitas gerações como verdades inquestionáveis, consideradas modelos a serem seguidos pelos pais na educação de seus filhos”.
Ainda em seu artigo cientifico, a psicóloga cita: “Rousseau, no século XVIII, marcou um novo conceito de infância: ela não era corrupta, mas poderia ser corruptível”. Não era algo contra o que se devesse lutar, mas era preciso cuidá-la para que não se deformasse em erro (Mello Neto, 1998). A criança começou a ser valorizada como um ser humano que necessita de cuidados e atenção especiais. Esse período marcou uma maior aproximação entre os filhos e seus pais verdadeiros, pois, nos séculos anteriores, a criança ficava sob cuidados de pessoas alheias à família, mas gradativamente ela passou a ter um contato mais intenso e também afetivo com seus pais (Ariès, 1978; Roig & Ochotorena, 1993).
A equipe de Marketing do candidato Mauro Nazif (PSB), precisa explica-lo que mesmo “a valorização da criança sendo muito tardia e que só se tornou um sujeito de direitos no século XX, ou seja, em 1959, na Assembleia Geral da ONU, na qual foi promulgada a Declaração dos Direitos da Criança”. Assim, “a conscientização sobre a particularidade infantil levou muitos estudiosos a pesquisarem e conhecerem melhor todo o processo de desenvolvimento infantil, as práticas educativas usadas pelos pais e suas relações com o comportamento dos filhos. Neste contexto surge o debate sobre o uso da punição corporal, prática milenar que se perpetua até os dias atuais”.
A Lidia ainda nos ensina que “a questão da punição, como estratégia disciplinar, ultrapassa o conhecimento da ciência e chega à ética; é preciso entender “quando e por que os pais escolhem a punição como uma tática de socialização” (Parke, 2002, p. 600) e que direito temos para infringir dor a uma criança se há tantas outras possibilidades e outros métodos”.
E o artigo finaliza em seu último paragrafo com a seguinte mensagem: “nada melhor do que os conselhos de três crianças que participaram desta pesquisa, as quais enfatizaram o diálogo como o grande método a ser utilizado, pois pressupõe participação ativa no processo de educar e preparar uma criança para o mundo: “É preciso fazer campanha para acabar com as surras; outra coisa que os pais podem fazer é, todo mês, dar uma folha para a criança escrever o que sente e depois conversar com os pais” (Pedro, 10 anos); “Eu quero dizer que é para os pais não baterem muito forte e para conversarem duas vezes antes de bater” (Regina, 11 anos); “Educação é tudo”! Eduque seu filho na maneira adequada. Com limites, mas sem violência” (Tatiana, 14 anos)”.
Assim, o candidato a prefeito e atual deputado federal Mauro Nazif (PSB) deve fazer uma reflexão sobre a sua incitação à violência recomendando o uso da palmada no processo educativo. Com a palavra os senhores pais e educadores!

Referência:

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Imagens de personagens ilustres na propaganda eleitoral



O eleitor de Porto Velho precisa ficar atento que as mesmas promessas que o atual prefeito Roberto Sobrinho e a sua possível sucessora Fátima Cleide do Partido dos Trabalhadores (PT), tanto no passado como no presente, usou da imagem de ministros do PT, da presidente Dilma e do ex-presidente Lula, dizendo que ambos teriam todo o apoio para transformar Porto Velho na cidade modelo de urbanismo da Região Norte.
Bem, estamos no segundo turno e o que estamos vendo na propaganda eleitoral é o candidato Dr. Mauro Nazif (PSB) e seu vice Dalton di Franco (PDT), trazer a imagem de figuras nacionais, afirmando que vão ajudar Porto Velho. O estranho é como esses que aparecem como papagaio de pirata, conhecesse a nossa realidade local, nossos problemas no dia a dia, os problemas enfrentados pela população e as ações necessárias para levar a nossa cidade ao caminho do desenvolvimento sustentável.
O eleitor precisa saber que toda ajuda é bem vinda para resgatar a nossa capital do abismo em que foi jogado pela atual gestão do prefeito Roberto Sobrinho (PT), e novamente, a coloca-la nos trilhos do desenvolvimento. Mas faço um alerta, sem projetos bem elaborados, bem calculados e com uma boa redação da proposta memorial, física, financeira e em conformidade com legislação, pode existir toda a boa vontade do mundo desses personagens, mas se não tiver nos padrões da exigência dos técnicos dos Ministérios em Brasília, o dinheiro não vem.
Também é preciso esclarecer ao eleitor que os recursos captados a partir dos projetos ou emendas parlamentares, são liberados em etapas de acordo com a sua aplicação financeira durante a sua execução, sendo assim, um erro de calculo, estrutural ou insuficiência detectada pelos técnicos responsáveis da Caixa Econômica Federal ou Controladoria Geral da União, portanto, a obra poderá ficar paralisada por um bom tempo até que a empresa ganhadora do certame faça as devidas correções.
Sendo assim, o ex-jogador e atual deputado federal Romário (PSB) pelo Estado do Rio de Janeiro, nada poderá fazer por nossa Porto Velho, pois suas emendas parlamentares são destinadas a sua base eleitoral. O governador do Estado de Pernambuco Eduardo Campos (PSB) só virá uma única vez pelas bandas de cá, e nem mesmo, opinará no planejamento técnico da possível gestão do seu partido na prefeitura de Porto Velho. O Ministro da Integração Fernando Bezerra que é fisiologista de carteirinha, pois esse começou a vida pública no PDS, depois PFL, PMDB, PPS e agora por conveniência está no PSB. Também nada poderá fazer se bons projetos não forem encaminhados para o Ministério.
Assim, devo ainda lembrar, que ele é aquele que destinou todos os recursos do Ministério para o seu Estado, Pernambuco, e virando manchete nacional. E mais, o Ministério da Integração Nacional não é do PSB, mas da nação, por tanto, não interessa quem seja eleito, o que interessa é planejamento, bons projetos, vontade política e disposição para o trabalho.

terça-feira, 16 de outubro de 2012

Existe um ditado “diga-me com quem andas que eu te direi quem és”


Ontem fui surpreendido com um paragrafo de um conceituado colunista político da nossa capital, citando em seu questionamento a máxima do ditado popular de “diga-me com quem andas que eu te direi quem és”.
 Assim, logo que o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso publicou o livro “Cartas a um jovem político - para construir um país melhor”, aprendi a lição que o político não deve entrar em contendas com a imprensa e como jornalista ou publicista, com Isabel Lustosa no seu livro “Insultos Impressos. A Guerra dos Jornalistas na Independência (1821-1823)”, que faz parte do nosso cotidiano as artimanhas retóricas, combinando linguagem e expressões com adágios populares, humor apurado e até mesmo ofensas pessoais.
No meu caso como “blogueiro nas horas vagas”, escrevo para quem deseja ler, sem preocupar-me com as letras, mas com reflexões do geral, e a partir da leitura, de que escreve os nossos jornalistas, bem como as suas posições políticas “por eles abraçadas com fervor (genuíno ou oportunista)”.
Cabe ao leitor a se amparar em fatos e aos detalhes históricos, necessários à compreensão do evento descrito e todos os nomes mencionados numa matéria jornalística. Assim, chamo atenção para o contraditório, para moral e amoral, que tomou conta dos parágrafos escritos no meu blog, nos sites eletrônicos e nas redes sociais, a partir de uma única publicação nossa, questionando um único personagem ao lado do candidato a prefeito Mauro Nazif (PSB) e seu vice Dalton di Franco (PDT).
Logo pergunto, é oportuno o outro lado apanhar calado, sem desmascarar aquele que há tanto tempo se coloca para o eleitor como paladino dos bons costumes, arauto da moralidade e incorruptível. Que vai para a propaganda eleitoral dizendo e afirmando que só ele esta preparado para cuidar com seriedade do dinheiro público, e o tempo todo, tentando passar a imagem de ficha suja ao candidato Lindomar Garçon, uma inverdade com afirmativas vazias, pois se o mesmo tivesse, nem a candidatura teria registrado e estaria em campanha como candidato liderando as pesquisas desde o inicio até esse presente segundo turno dessas eleições municipais.
Muito fácil atirar pedras quando se tem telhado de vidro, até então não revelado. O que mais importa nesse momento é saber que o coordenador de campanha do candidato a prefeito Mauro Nazif (PSB) e seu vice Dalton di Franco (PDT), consta em seu passado, e de membros da sua família, o envolvimento numa “máfia dos caça-níqueis” que resultou em prisão na operação Xeque-Mate promovida pela Policia Federal, essa operação na verdade das verdades, desbaratou um esquema criminoso, sendo o seu tio, o “cabeça” e o seu sobrinho, coordenador de campanha do candidato a prefeito Mauro Nazif (PSB) e seu vice Dalton di Franco (PDT), foi citado como “gerente” do esquema em Rondônia.
Digo, se ele foi inocentado, parabéns para ele, mais sem sombra de dúvidas, conhecendo o mundo da política como muitos conhecem tão bem, o que nos preocupa nesse momento, é se esse mesmo “grupo criminoso” que nos grampos da Policia Federal afirmava “Em diferentes diálogos telefônicos com o seu suposto sócio no negócio, o empresário Nilton Cezar Servo (tio de Eduardo Rauen), Morelli diz que corrompem policiais, avalia que uns [juízes] têm que morrer mesmo’, menciona acreditar que seu ‘nome’ intimida investigações. A um contador, também por telefone, pede o documento ‘do bingo’, onde estão os caça-níqueis, aberto em nome de um laranja em Ilhabela (SP), segundo a Polícia Federal.” Venha querer ressurgir como financiadores de campanha no intuito de se locupletar futuramente com o dinheiro público a exemplo do esquema montado por Carlinhos Cachoeira que nos revelou a verdade da máscara que usava o ex-senador Demóstenes Torres (DEM).

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

“Gerente” do crime organizado coordena campanha de Mauro Nazif



Eduardo Rauen ao lado do deputado Federal Mauro Nazif (PSB)

     Depois do meu desabafo nas última postagem, venho apresentar um personagem que até então o candidato Mauro Nazif e seu vice, Dalton di Franco, passaria despercebido por nós. Graças a Deus não, a final, nós que amamos Porto Velho de verdade não poderíamos passar por mais um decepção e frustração com a escolha de um candidato a prefeito que se comportar igual ao senador Demóstenes Torres (DEM) antes de  sua máscara cair para todo Brasil e com ele vir a ter conhecimento de cenário sombrio nos bastidores da política brasileira.

Eduardo Rauen com o prefeito Mauro Nazif e
 seu vice Dalton di Franco

Sendo assim, venho apresentar ao eleitor de Porto Velho, o senhor “gerente” e coordenador campanha do candidato a prefeito Mauro Nazif (PSB), o senhor Ayres Eduardo Servo Rauen, que foi preso pela Polícia Federal em 2007 durante a Operação Xeque-Mate, Ele é acusado de ser o braço da “máfia dos caça-níqueis” em Rondônia. A quadrilha estava ramificada em diversos Estados, até ser desmantelada pelos agentes da PF.

Eduardo Rauen apresentando o candidato
 a prefeito Mauro Nazif (PSB)

Ayres Eduardo Servo Rauen assina no Facebook o nome de Eduardo Rauen e ainda tive a oportunidade de bater-papo com ele. Na rede social ele aparece em fotografias com o candidato a prefeito, Mauro Nazif, com o candidato a vice, Dalton di Franco, e também com Gilson Nazif, irmão de Mauro. Um contato de Eduardo Rauen o marcou em uma foto, dizendo que ele coordenava uma carreata do candidato do PSB. Em outra foto ele aparece abraçando Mauro Nazif após um debate no primeiro turno.

Eduardo Rauen cumprimentando
 o candidato na saída do debate

Dalton di Franco apresenta em uma emissora de televisão um programa policial, onde pede para que acusados de crimes sejam levados para o “cadeião”. Isso não impediu que Eduardo Rauen fosse colocado como um dos cabeças da campanha de Mauro Nazif.

Eduardo Rauen na reunião 
da coordenação de campanha

Que coisa não Dalton di Franco e Mauro Nazif, pois o seu coordenador de campanha durante a Operação Xeque-Mate, Eduardo Rauen foi preso juntamente com outras 89 pessoas, acusado de ser o gerente do negócio dos caca-níqueis em Rondônia. Na ocasião, a quadrilha foi classificada como uma máfia e tinha como padrinho um compadre e irmão do então ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva.

Eduardo Rauen nas redes sociais 
ao lado dos irmãos Nazif

Tomando conhecimento no sábado, fui a procura de provas. As reuni e ontem mesmo no domingo (14/10), apresentei denúncia ao Tribunal Regional Eleitoral, hoje pela manhã (15/10) à Polícia Federal e amanhã será a vez da Comissão de Ética do Congresso Nacional, pedindo às autoridades uma investigação sobre possível utilização de dinheiro da máfia dos caça-níqueis na campanha de Mauro Nazif (PSB). Pois como dirigente partidário não poderia furtar-me de tornar público tal fato e também não descartar a suspeita da existência de um grupo parecido com o do bicheiro Carlinhos Cachoeira estar querendo ressurgir financiando candidaturas a cargos eletivos pelo Brasil.

Eduardo Rauen coordenando a saída da carreata 
do candidato a prefeito Mauro Nazif (PSB) e 
seu vice Dalton di Franco (PDT)

Eduardo Rauen em trabalho de campo a favor 
do candidato Mauro Nazif (PSB) e
 seu vice Dalton di Franco (PDT)

Portanto meu caro leitor, a prisão da quadrilha foi noticiada por diversos jornais eletrônicos a época, precisamente há cinco anos. O site www.mercosulonline.com divulgou o seguinte texto, em junho de 2007, publicado inicialmente no jornal Correio do Estado, que circula em Campo Grande, capital do Mato Grosso do Sul:

Máfia repartia até 70% do faturamento
Correio do Estado
     
O funcionamento da divisão do faturamento das máquinas caça-níqueis é bem explicado pela esposa de Nilton César Servo, Maria Dalva Cristina Martins. Na conversa com o sobrinho Ayres Eduardo Servo Rauen, gravada no dia 27 de fevereiro passado, ela explica que, tirando o valor pago pelo aluguel dos equipamentos, 30% ficam com o administrador da casa de jogos e 70% são divididos entre os sócios.
Para instalar as máquinas em Porto Velho, capital de Rondônia, Nilton Servo retira dinheiro de um fundo criado pela organização.
"Outra coisa que queria falar com você é o seguinte: dos primeiros dinheiros que entrarem, porque ele vai ter que mandar um dinheiro do fundo, vai ter que comprar cadeira, então, assim os primeiros dinheiros, porque ele também tá aperto, entendeu Du, então daí a sociedade paga isto e isto fica sendo da sociedade", explica Maria Dalva.
Do total arrecadado por cada máquina, 30% são destinados para pagar pela locação a uma empresa de São Paulo. Desse valor, 30% ficariam com Ayres Rauen e 70% seriam destinados para dividir entre os sócios do empreendimento em Porto Velho: Nilton Servo, os filhos, a esposa e o compadre de Lula, Dario Morelli Filho.

A operação Xeque-Mate e o círculo pessoal de Lula

O presidente, os irmãos, o amigo e o suposto chefão da máfia

Mais matérias mostrando o envolvimento de Eduardo Rauen com a máfia dos caça-níqueis podem ser vistas nos seguintes endereços eletrônicos.




Candidatos vítimas de montagens malignas nas redes sociais



Nas primeiras 48 horas que se iniciou o segundo turno, descobrimos de quem partia o jogo sujo nas redes sociais contra os demais candidatos a prefeito de Porto Velho. A princípio da minha análise tive dó da candidata tucana Mariana Carvalho do PSDB, esta sofreu ataques violentos e tenho certeza que nem desconfiava de quem estava por traz do jogo sujo todo esse tempo.
Também não foi apenas Mariana, mas também os demais candidatos a prefeito de Porto Velho que ameaçava passar para o segundo turno, na verdade, a construção de um cenário por eliminação quem mais ameaçava o possível candidato sustentado numa coligação pelo PSB-PDT. A final, até hoje eles acreditam que o candidato fácil de derrotar seria Lindomar Garçon (PV). Portanto, como a nossa coligação Por Amor a Porto Velho formada pelo PV-PHS-PTC-PSL e PRP chegou ao segundo turno com mais intenção de voto do eleitor, tendo a frente como candidato a prefeito Lindomar Garçon, isso eles não esperavam, pois acreditavam que poderiam mudar o jogo, já na segunda-feira fomos violentamente atacado nas redes sociais.
Começamos a sofres os mesmos ataques que a candidata Mariana Carvalho e demais candidatos a prefeito foram vítima no primeiro turno e então, descobrimos de quem partia tal comportamento brutal e maligno nas redes sociais. No entanto, nas primeiras 48 horas passei revidando os ataques e pedindo que fizessem uma campanha limpa, sem ataques pessoais, a honra, a família. Se voltássemos em respeito ao eleitor para uma campanha no campo das ideias, cada qual defendendo o seu programa de governo. A resposta que tivemos foi o deboche e o continuo ataque ao candidato e a sua família nas redes sociais.
Então, nas redes sociais escrevo, comento, critico, reclamo, compartilho pensamentos, depoimentos, conhecimento e me posiciono, não tem essa de está me escondendo atrás de “faker” para cutucar, curti, escrever ou compartilhar representações que tente construir informações falsas, agredir a honra, a moral e a família.
Em política, aprendi que a honra da família de alguém é intocável, são meus ensinamentos cristãos e um dos princípios mais fortes do Partido Humanista da Solidariedade o qual presido no Estado. Sendo assim, tive e tenho a coragem de rebater com comentários todas as mentiras que surgiram em torno do nosso candidato a partir de justificativas pautadas na verdade de fatos que aconteceram. Mas sem resposta coerente do outro lado, apenas justificativas infundadas, mais ataques pessoais, mais construção de mentiras e mais divulgação de inverdades.
Assim, quando vejo alguém ir para televisão ocupar o horário nobre se dirigindo aos eleitores da Mariana Carvalho (PSDB), Mário Português (PPS), Fátima Cleide (PT), Aluízio Vidal (PSOL) e Mário Sérgio (PMN) com a capa da austeridade como tinha o senador Demostenes Torres (DEM) antes de ser desmascarado, chego a arrepiar-me, pois ali esta um lobo se apresentando com pele de cordeiro e, que bem conheci nas conversas prévias das convenções de junho para escolha de candidatos.
Digo que passei a semana toda desse segundo turno pensando em tudo que estava acontecendo e no sábado passado logo pela manhã, compartilhei nas redes sociais um sentimento pedindo a Deus mais um milagre na nossa campanha pé no chão, de Davi contra os Golias, e não deu outra, no mesmo sábado, Deus me revelou! Portanto, nunca percam a fé e deixem de desacreditar nos seus sonhos, persista e siga em frente, compartilhe com Deus e também saiba pedi com coração contrito, pois o nosso Pai Celestial e o universo irá conspirar a favor.

quinta-feira, 11 de outubro de 2012

Herbert Lins comemora crescimento do PHS em Rondônia



O presidente estadual do Partido Humanista da Solidariedade – PHS, Herbert Lins, comemorou o crescimento do partido no último pleito das eleições municipais em Rondônia.
Em sua fala, o líder humanista no Estado destacou o crescimento do partido através dos vereadores eleitos com a maior expressão de votos nos municípios do Vale do Anari, Ouro Preto do Oeste, Rolim de Moura, Vilhena e com chances reais de eleger no segundo turno, o vice-prefeito da capital numa coligação com o PV.
Herbert Lins disse ainda que a onde o PHS não conseguiu eleger vereadores, o partido saiu com uma votação expressiva, citou o exemplo de Machadinho do Oeste, "e esse resultado, é fruto de intenso trabalho". Esse ainda aproveitou para agradecer a toda militância no Estado e a "meta agora é fincar novas bandeiras para conquista novos horizontes".
Os vereadores eleitos do PHS são: Romildo da EMATER (Vale do Anari); Marco Cabeludo (Vilhena); Ivone Vincentin (Ouro Preto do Oeste); Fabrício Melo e Vanderilo Nogueira (Rolim de Moura).

terça-feira, 9 de outubro de 2012

Rondônia: o tabuleiro do jogo de Poder



Analisando o resultado do quadro eleitoral com o término das eleições municipais no último dia 07 de outubro no nosso Estado, verificamos que o PMDB ampliou sua base de onze para quatorze prefeituras, e quem realmente cresceu e saíram fortalecidos das urnas foram o PSDB, PT e PP.
Nas últimas semanas das eleições municipais, o governador Confúcio Moura (PMDB) se dedicou a ajudar seus aliados, conseguindo conquistar as prefeituras de São Felipe, Seringueiras, Vale do Anari, Alta Floresta, Alto Paraíso, Buritis, Chupinguaia, Espigão do Oeste, Governador Jorge Teixeira, Nova Brasilândia, Parecis, Rio Crespo e Santa Luzia.
Mesmo com esse crescimento do PMDB em pequenos e médios colégios eleitorais, não cobriram os prejuízos obtidos nos principais demais, a exemplo da capital Porto Velho que teve um desempenho pífio. Em Ariquemes que é a cidade berço do governo, apenas conquistou o cargo de vice-prefeito, Rolim de Moura que tem como maiores expoentes do partido: o Senador Valdir Raupp e Marinha Raupp, o prefeito do partido não foi a reeleição e não se conseguiu emplacar nem mesmo um vice-prefeito na disputa.
O partidão também nas cidades de Guajará-Mirim, Pimenta Bueno, Presidente Médici, Ji-Paraná, Cacoal, Vilhena, esses são importantes colégios eleitorais, também amargaram grandes prejuízos e, por último, para completar, o município de Jaru que recebeu a Usina de asfalto do Estado e comandado pelo PMDB há anos, o clã muleta perdeu a prefeitura para a professora Sônia do PT. Sendo assim, o PMDB ainda tem a maior base municipal no Estado, mesmo tendo encolhido nos principais colégios eleitorais.
Quem mais cresceu na urna foi PP comandado pelo senador Ivo Cassol, esse conseguiu fazer as prefeituras de São Francisco do Guaporé, Castanheira, Teixerópolis, Cerejeiras e reeleger, o prefeito em Colorado do Oeste. Mas seu maior feito foi conquistar dois importantes colégios eleitorais, Vilhena que conseguiu reeleger o prefeito do seu partido e Rolim de Moura, sendo essa última, seu berço político e, tendo que dividir o troféu da vitória com o ex-senador Expedito Júnior (PSDB), a deputada Marinha Raupp e o senador Valdir Raupp, ambos caciques do PMDB.
O PT que teve uma fragorosa derrota nas urnas da capital amargando um quinto lugar e ainda ter que ficar atrás do neófito em política Mário Português (PPS), conseguiu ganhar nos pequenos colégios eleitorais de Urupá, derrotando o deputado Edson Martins, esse que é líder do governo na Assembleia Legislativa. Elegeu o prefeito de São Miguel do Guaporé e Costa Marques na BR. 429, antes reduto eleitoral do ex-senador Expedito Júnior. Com todos os acertos e desacertos, conseguiram reeleger o seu prefeito em Cacoal, mantendo um importante colégio eleitoral e conquistando outros, a exemplo de Guajará-Mirim e Presidente Médici, fazendo o PMDB amargar expressiva derrota nesses últimos.
Mesmo sem mandato, o ex-senador Expedito Júnior teve folego ainda para eleger os prefeitos nos municípios de Campo Novo de Rondônia, Nova Mamoré, Novo Horizonte, Pimenteira do Oeste e Primavera de Rondônia, superando o seu maior adversário político para 2014, o senador Acir Gurcaz do PDT, que apenas conseguiu eleger as prefeituras de Monte Negro e Theobroma.
Os partidos nanicos que ampliaram as suas bases foram: PMN elegendo Ariquemes e Cacaulândia; o PTN com Vale do Paraíso; o PR em Nova União; o PTB que também saiu fortalecido elegendo Cabixi, Corumbiara, Ministro Andreazza e Pimenta Bueno, este último, importante colégio eleitoral; O PV conseguiu reeleger as prefeituras do Candeias do Jamari e Machadinho do Oeste e, vai disputar o segundo turno na capital com o PSB, que conseguiu eleger apenas a prefeitura de Ji-Paraná.

sábado, 6 de outubro de 2012

A militância dos candidatos a prefeitos que levam Porto Velho a sério,Vamos nos unir para sermos igual à primavera!




Meu telefone não parou de tocar nessa manhã de sábado (06/10), a militância da nossa Coligação Por Amor a Porto Velho me avisando que muitos caminhões fizeram entrega nessa madrugada de sexta-feira para sábado, com cestas básicas ou fardos de comidas nos mercadinhos de Bairros e, que outros proprietários estariam perdoando as dividas de seus clientes – famosas cadernetinhas - em troca de voto para o candidato português milionário.
Pedi para que efetuassem ligações para o número 148 denunciando os fatos, mas as linhas estão congestionadas, ficando claro que a quantidade de servidores do TRE – RO e do efetivo da Policia Federal não são suficientes para fiscalizar a compra de voto bem às vésperas das eleições.
Muitos poderão dizer que é leviandade nossa, mas não é, pois não preciso me ocupar para escrever denunciando essa demonstração de tentativa de compra de voto do eleitor na última hora, numa tentativa de se jogar para o segundo turno das eleições e ficando claro, que já entra para o mundo da política demonstrando como não se deve respeitar a nossa legislação eleitoral em vigor no nosso país, praticando abuso de poder econômico.
Esse candidato milionário e o grupo político que esta por traz dele demonstra que não esta nem aí para a Justiça e, parece querer dizer que ela não existe, ou seja, que na calada da noite, a impunidade nos bairros da franja urbana da nossa cidade pode reinar bem as vésperas das eleições do primeiro turno.
Eu venho denunciando o péssimo comportamento desse candidato milionário português nas redes sociais. Agora imploro ao Ministério Público Eleitoral e a militância dos candidatos a prefeitos que levam Porto Velho a sério, vamos nos unir para sermos igual à primavera, quanto mais nos cortam oferecendo vantagens, vamos florescer e fazer valer o nosso sentimento de indignação, denunciando a compra de voto por parte desse candidato que se diz não ser político e não se utilizaria das práticas políticas tradicionais só vista em épocas do coronelismo quando imperava no nosso Brasil.