domingo, 12 de janeiro de 2014

A doce felicidade


            Venho a meses me propondo retornar a escrever. Mas logo me perguntava o que escrever? Que desejo latente para brincar com as letras? Saberei novamente empregar as palavras? Contextualizar meus pensamentos?  Serei preciso na construção dos parágrafos? Que linha devo seguir?
            Deixarei novamente o tempo responder por mim, gosto de ser blogueiro e de me arriscar na nossa língua materna, tão cheia de regras e regrinhas. Mas vamos deixar de arrodear! Pois bem, fui buscar nas palavra doce e felicidade a inspiração para tentar construir uma resposta sobre nossos anseios e desejos para se obter a doce felicidade que tanto almejamos em nossas vidas.
            Não posso negar que o medo ainda repousava sobre meu espírito para voltar a escrever. Fiquei divagando sobre ideias, possíveis temas e pensamentos que me fizesse sair da caverna e me levasse novamente a luz, então veio a tona a docilidade e consequentemente, a felicidade como temas.
            Quanto as minhas divagações, passei uma olhar sobre a minha linha do tempo e comecei a me perguntar quantas vezes pude ser feliz? Logo surgiu perguntas se é possível sermos felizes? Se existe a felicidade? Como podemos ser felizes? Como atingir a felicidade? Como se tornar uma pessoa feliz? A construção desse sentimento de bem estar e contentamento é solitária ou coletiva? Se esse momento é durável ou é apenas uma sensação passageira de realização e satisfação?
            Digo que ainda não tive a oportunidade de ler a Carta sobre a Felicidade do filósofo Epicuro, apenas algo superficial ao navegar nas redes virtuais. Mas logo que me sobre tempo, desejo buscar nele reflexões sobre o tema que me propus discorrer. Acredito eu, que o sentimento de felicidade seja talvez o mais nobre entre todos os anseios e desejos que todos os seres humanos desejam atingir, ou seja, provar dessa sensação doce da vida.
            Sendo mais complexo para uns e menos para outros, o tema felicidade será tratado a partir dos meus olhares empíricos, das minhas próprias reflexões, das minhas investigações sobre as emoções que leva a um sentimentos de prazer e realização plena. Mesmo sendo difícil de definir a felicidade como um todo, a abordagem proposta se dará com base nas escolhas que fazemos em nossas vidas. Assim, os gestos, atitudes e comportamento mediante o estilo de vida adotado, bem como, o reconhecimento de nossas possíveis fraquezas, muito servirá para esse novo desafio proposto.

domingo, 1 de dezembro de 2013

Na volta, ninguém nunca se perde...


          Reconheço, deixo a minha família e amigos próximos preocupados com o que escrevo, pois acham que radicalizo com a exposição dos meus pensamentos através dos textos escritos por mim. Trabalho esse pautado numa escala em princípios éticos e, sobre a luz das obras dos grandes mestres do passado e contemporâneos.
            Não posso deixar de escrever, de opinar, de participar de debates, de ausentar-me do meu blog. O que procuro escrever são análises provocadoras a partir das minhas inquietações, no intuito para quem ler, possam refletir e versar sobre as pequenas linhas que leram produzidas a partir dos poucos momentos de ócio na pequena cidade de Nova Mamoré, município pertencente ao Estado de Rondônia e localizado na faixa de fronteira entre o Brasil-Bolívia.
            Esperei passar dias refletindo sobre tais pedidos de nada mais escrever, passei todo o mês que se comemora a minha data natalícia sem blogar mediante os pedidos como mencionado acima e orientações para dedicar-me apenas a minha dissertação do mestrado. Devo afirmar que os meus textos escritos anteriormente não deixaram de fazer parte da minha alma, é como um pedaço de mim que tenha que ser cortado. Portanto, não versarei sobre nenhum tratado político, mas procurarei versar sobre minhas lembranças, recordações, do meu cotidiano e da minha rotina distante da capital dos desafios após viver o cárcere da "Operação Apocalipse" - a grande farsa maquiavelada por mentes diabólicas e cheias de iniquidades do governo que prometia fazer do Estado de Rondônia uma "Nova Rondônia".
            Justificando ainda, não escrever no meu blog seria deixar criar mofo no meu cérebro, deixar de abordar considerações sobre temas importantes da atualidade, de aliviar a minha consciência como cidadão crítico que sou, de vencer a malvadez do meu destino e de dar a chance as pessoas de me conhecerem pelas palavras.
            Na verdade das verdades, não devo de nada me envergonha do que pude vivenciar e vivenciei no passado - do que fui, do que sofri e a quem proporcionei sofrimentos, ou seja, por mais que me condenem, mas percebo que só existe um único caminho, ou seja, reconhecer esses erros e pedi perdão.
            Assim, é através de cada palavra, da construção de cada linha e conclusão de cada parágrafo, que desejo versar sobre verdades, verdades que vivi e que vivencio com confiança o que escrevo. Pois o novo, buscará inspiração divina, para com muita sabedoria, manter o que comecei, não se tornar uma obra inacabada. Não me venha causar vergonha por ter sido omisso comigo mesmo ao deixar de escrever, criticar, opinar, considerar, versar e decorrer sobre muitos temas que desejo levar a luz aqueles que vivem na escuridão e dizer: na volta, ninguém nunca se perde...

terça-feira, 15 de outubro de 2013

A Nova Rondônia - Capítulo I


 
           Contra a vontade da minha família, parentes, amigos, professores, orientadores, colegas pesquisadores, ex- correligionários e por fim, advogados, tenho apenas que pedir perdão e também desculpas antecipadas pela minha insistência, mas não poderei ficar silenciado como se fosse um bandido, desejo esse da "polícia de governo" do "Estado Policial"  montado a partir da mentirosa Nova Rondônia. Preciso sim, dar as respostas necessárias a minha consciência, as inquietações das pessoas que hoje me veem com o olhar de quem estivesse vendo um bandido social - como bem disse o desembargador Valter Oliveira, "alguém que precisa ser segregado da sociedade", essa frase consome o meu juízo, pois o magistrado só faltou mandar comprar do próprio bolso a minha passagem de volta a Paraíba.
            Não posso conviver com os olhares das pessoas quem me veem como um ex-presidiário criminoso, um aspirante a político que como presidente de um partido político nanico o qual presidia em âmbito estadual e visando obter vantagens pessoais, teria vendido esse partido ao chefes de uma suposta quadrilha de narcotraficante com características internacionais, que como bem escrevi e esclareci anteriormente, poderia ser considerada maior que o cartel de Medelín.
            Antes de começar a esmiuçar a minha verdade, venho a público pedir desculpas ao Senador Valdir Raupp (PMDB), a deputada federal Marinha Raupp (PMDB) e as demais lideranças do PMDB que sentiram-se atingidas e que não serão citadas na novela "A Nova Rondônia" que me proponho a escrever a partir de hoje, pois reconheço que naquele momento de fragilidade e desrespeito aos Direitos Humanos no sistema prisional rondoniense, errei ao pedir que o Dr. Renato (advogado do deputado estadual Hermínio Coelho - presidente da Assembleia Legislativa) sem a devida correção, levasse ao conhecimento dos deputados estaduais a tal "carta", quando ainda estava detido no presídio "Pandinha", ou seja, errei ao generalizar o conceito de "saber de mais das lideranças" do Partido do Movimento Democrático Brasileiro - PMDB em Rondônia, portanto, humildemente, peço que aceitem as minhas desculpas.
            Por exame de consciência, mesmo muitos me dizendo que o Secretário de Estado de Segurança Marcelo Bessa é delegado de Polícia Federal e continuará sendo, poderá levantar novamente o seu dedo contra mim como foi levantado na tal famigerada "Operação Apocalipse". Na verdade, pelo pouco que conheço e pelas informações que minha família levantou na Paraíba, todos que o conhece bem, estão desconhecendo o Marcelo Bessa que passou pela Paraíba ao se deixar cair numa farsa montada pelos assessores aloprados do governador Confúcio Moura (PMDB), com o intuito de desestabilizar politicamente o presidente da Assembleia Legislativa do Estado de Rondônia, ou seja, brigas de vaidades do jogo político e de poder. Portanto, não posso silenciar-me diante dos desfechos da mencionada operação policial judiciária, pois não fui educado para ser bandido, para me tornar bandido ou muito menos, ser vinculado a uma quadrilha, na qual, a grande maioria dos seus membros, nem mesmo se conheciam, pois vieram se conhecer no celão do presídio Pandinha.
            Sendo assim, não pouparei ninguém, ninguém. Pois está em jogo a minha honra, a minha palavra,  o nome da minha família, do meu filho e dos amigos que me ampararam depois dessa prisão política apocalíptica. Pois se tivesse vendido o partido, toda venda é preciso ter resultado. Sendo assim, quem quiser, pode  pedir-me a cópia dos meus extratos bancários consolidados desde o ano de 2007 e também dos extratos de cartões de crédito que tenho em casa, material esse que foram apreendido pela "policia de governo" no dia da minha prisão (04 de julho), e que prontamente foram devolvidos. No entanto, fica bem claro que pela minha conta corrente ou pela conta corrente do partido o qual presidia, não tenha entrado recursos avultantes como propõe o "Estado Policial", como querem deixar nítido e vinculado na montagem da conversa telefônica supostamente autorizada pela justiça que mantive em meados desse ano com o Alberto Siqueira - o Beto Baba.
            Buscarei escrever com as veracidades dos fatos, as respostas necessárias a sociedade rondoniense do meu envolvimento com o governador Confúcio Moura (PMDB), seus assessores aloprados, com o vereador Jair Montes (sem partido) , Fernando Braga - da Gata e o Alberto Siqueira - o Baba. Mas uma vez direi Não ao silêncio e responderei as perguntas que os delegados da "policia de governo" não me fizeram e facilitarei o trabalho do Juiz e Promotor que irão me julgar, me condenando ou absolvendo da denúncia sobre o Artigo 288 - formação de quadrilha. Muito pior é o que os delegados escreveram no indiciamento ao sugerir a continuidade das investigações, um verdadeiro ultimato ao silêncio, ou seja, propondo uma outra investigação sobre a sugestão de prática de peculato a mim, como se dissesse, "ou você fica calado ou nós te arrebentamos depois com uma outra investigação"! Não serei hipócrita o bastante para tentar negar a você que está lendo,  Eu tive  chances sim, reais de me vender no jogo político do poder, mas nunca me vendi, nunca me coloquei como boi em curral para ser arrobado, digo e repito, chances Eu tive e não fiz. Quem vive bem próximo a mim, me via trabalhando na Casa Civil como assessor do governador achando que Eu estava muito bem, mas não sabia da verdadeira realidade em que vivia sobre o teto da minha casa.