quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Feliz aniversário há zero hora


            Ainda morando em João Pessoa, mantive no meu grande circulo de amizade uma maior aproximação com meus amigos Acácio e Diógenes, uma dupla de irmãos que até hoje mantemos contato quase que diariamente pelos meios eletrônicos de navegação.
            Os dois são irmãos, um nascido na Bahia e outro na Paraíba. O Acácio estudou educação física e Diógenes foi pelo caminho da psicologia, se tornando Professor Doutor. Mais ambos tiveram uma longa jornada para chegarem e conselhos não faltaram desse Amigo Velho aqui.
            Meu amigo Diógenes faz aniversário na véspera da data do meu, motivo pelo qual emendávamos a festa de comemoração. Coisa de jovens que ainda se mantinha numa pós-adolescência interminável. Lembranças que sempre vem a minha memória e muitas vezes arrancam sorrisos discretos no canto da minha boca.
            Então, a virada de quarta-feira pra quinta-feira (15/12/11) me fez relembrar tal fato mencionado acima, pois consegui arrancar depois do trabalho, o casal amigo de professores, Auzenir e Jackson, para ouvirmos um pouco de música sertaneja e colocar o assunto em dia, pois andávamos um pouco distante devido à carga de tarefa diária que as nossas vidas profissionais nos impõem.
            Conheci o professor Jackson e a professora Auzenir em Colorado do Oeste, precisamente na fase de transição da Escola Agrotécnica Federal para Instituto Federal de Rondônia – campus Colorado do Oeste. Tal aproximação se deu quando me tornei professor substituto no IFRO e desde então, cativamos essa verdadeira amizade.
            O destino nos prega cada peça, pois tive o enorme prazer de está com esse casal maravilhoso em plena zero hora e dar os parabéns sinceros de feliz aniversário ao amigo Jackson, claro, depois dos cumprimentos afetuosos de Auzenir, que cozinha um peixe a baiana delicioso, iguaria preparada por ela que dar vontade de lamber o prato com os dedos.
            Não poderia ser diferente, pois a nossa noite se resumiu em falarmos de ensino profissionalizante e tecnológico, bem como do avanço do IFRO. Também conversamos das nossas lembranças e saudades de Colorado do Oeste, bem como dos nossos amigos deixados por lá. Eita tempo bom, no qual pude ser professor dos “agricolinos”.
            Concluo rendendo minha homenagem no dia de hoje a esse casal forte, obstinados e que souberam criar três filhos maravilhosos. Auzenir e Jackson são pessoas da maior simplicidade, de corações puros e que vivem do lar para o trabalho, do trabalho para o lar. São exemplos de profissionais, filhos, pais, amigos e quem goza da amizade de ambos, tem que agradecer a Deus por tal oportunidade.

Alegria, alegria do Belo


           Na noite de quarta-feira (14/12/11) recebi um convite do meu nobre amigo Adriano Belo e que não poderia deixar de participar de sua colação de grau no curso de Bacharel em Direito pela Faculdade de Rondônia (FARO). O evento foi realizado na Casa de Eventos Nautilus com a presença dos formandos, professores, funcionários da universidade, familiares, parentes e amigos.
            Conheci o meu amigo Adriano Belo em fevereiro do ano de 2006 no Projeto Brasil, Meu negócio é turismo que foi desenvolvido pelo Ministério do Turismo em parceria com a Fundação Roberto Marinho e sob a coordenação da Professora Doutora Carolina Dória (UNIR), que contou apoio das prefeituras e de algumas representações de ensino nos municípios contemplados com tal projeto.
            A festa foi muito bonita e o cantor Milton Nascimento com a Música Canção da América escreveu com sabedoria seus versus. Pois ela nos ensina que amigo é coisa pra se guardar debaixo de sete chaves, dentro do coração, ao lado esquerdo do peito. Pois é, assim o fizemos! São cinco anos de amizade verdadeira, de confissões, de aconselhamento, de solidariedade e por fim, de cumplicidade.
            Meu amigo Adriano teve a sua primeira graduação em Turismo pela Faculdade São Lucas, mas no curso de formação para Orientadores de Aprendizagem do Projeto Brasil, meu negócio é turismo, já me confidenciava a sua inclinação para o estudo das ciências jurídicas.
            Sempre fui um torcedor do meu amigo Adriano Belo, pois ele representa um exemplo de vencedor, que com muita sabedoria, determinação e disciplina vêm fazendo uma bonita história de vida. Fiquei muito feliz com a sua alegria contagiante estampada em seu rosto durante e depois do término da Colação de Grau. O abraço apertado e as palavras de incentivo não poderão faltar de minha parte.
            Não poderia faltar o apoio da família em primeiro lugar, sendo assim, a sua esposa Fabricia estava linda, com sorriso irradiante e o tempo todo cuidando de Adriano, a final, por traz de um grande homem sempre existe uma grande mulher. Ambos se conheceram na mesma sala de aula do mesmo curso de graduação, casaram e tiveram um filho muito bonito e inteligente.
            A propósito, espero um dia reunir a Cléo, a Osmarina, a Rita, o Clebson, a Nauara, o Saulo Giordane, a Belzira, a Gigi, o Ricardo Bartholo, a professora Carolina Dória e tantos outros que me fogem a memória, para juntos, fazermos um grande reencontro para festejar a alegria de todos nós termos se conhecido um dia e a amizade permanecer.

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

As enchentes chegaram e não foi falta de aviso!


           Até o final do mês de agosto, esse blogueiro vinha publicando uma seqüência de assuntos relacionados aos problemas estruturais enfrentado pela nossa capital, ou seja, a falta que faz um bom planejamento e um prefeito com visão de reformador urbano.
            As reflexões que sempre tinha o seguinte título: Porto Velho, a cidade que precisa acontecer! Foi inspirado numa frase do radialista Mauricio Calixto, pessoa que tenho muito apreço, carinho e admiração.
            No texto que foi escrito e publicado em 27/08/11 nesse Blog, já questionava as ações da prefeitura no sentido de preparar a capital para o “tempo das águas”, ou seja, o forte inverno amazônico que sempre ocorre no mês de dezembro a janeiro com maior intensidade.
            O texto bastante aprofundado se pautou em fazer uma pequena a mostra de problemas estruturais enfrentados por Porto Velho e que por falta de um bom planejamento, deixam de ser ambiental e passam ser de ordem estrutural, social, político e econômico.
            Foi feito também uma apresentação de fotos com galerias entupidas, bueiros obstruídos, ruas sem meio-feio, valetas, sarjetas e sumidouros para facilitar a drenagem da alta precipitação no período mencionado acima.
            Lembro que o tempo passou e o serviço estrutural essencial para esse período chuvoso mencionado acima, bem como, a limpeza dos igarapés em perímetros urbanos, visando evitar alagamentos e transbordamento dos leitos naturais dos mesmos, não foi realizado com a amplitude que requer tais problemas pela prefeitura da capital.
            Assim, na manhã de hoje, a cidade por falta de medidas preventivas, as fortes chuvas que caíram sobre os céus de Porto Velho nessa madrugada e provavelmente não cessarão no restante do dia pelo aspecto do tempo e do clima, trouxe transtorno a população que se deparou com uma cidade alagada.
            Os maiores fatores que contribui para o alagamento nesse período chuvoso é o asfalto que deixa o solo impermeável, sendo necessária a aplicação conjunta de toda a infra-estrutura de rede coletora de águas pluviométricas artificiais, bem como a conscientização da população a não jogar lixo na rua e a prefeitura fazer bem a sua lição de casa em manter o sistema de coleta de lixo e varrição em dia na cidade. Tai a lição, varrer, limpar e pintar, pra terminar, iluminar!