Nas
próximas eleições de outubro, servirá para renovar um terço do Senado — 27
senadores ou senadoras ao todo, um por unidade da Federação. O primeiro turno
(único turno, no caso da eleição para o Senado) ocorrerá em 2 de outubro. Por
Rondônia, a disputa pelo senado conta com dez pré-candidaturas para substituir
o senador Acir Gurgacz (PDT) no Senado Federal, portanto, será uma das eleições
mais disputadas ao Senado se comparadas a pleitos eleitorais anteriores.
Os veteranos Expedito Júnior (PSD) e Amir Lando (MDB), que já foram senadores e bastante conhecidos pelos eleitores rondonienses, representam o campo democrático e projetam seus nomes para se lançar na disputa. No caso de Expedito, ele pode optar em ser o segundo voto no palanque do pré-candidato bolsonarista ao Governo de Rondônia, Senador Marcos Rogério (PL); Se lançar avulso na disputa, ou seja, sem figurar em nenhum palanque majoritário ou disputar ao lado de Vinicius Miguel (PSB). Já o ex-senador Amir Lando, seu destino político está nas mãos dos caciques do MDB rondoniense.
A Frente Democrática (PT, PV, PCdoB), PSB e SDD, conta com dois pré-candidatos ao senado, ex-governador Daniel Pereira (SDD) e Dr. Mauro Nazif (PSB), porém, seria muito mais sensato se ambos abrirem mão da postulação e atrair para o arco de alianças o ex-senador Expedito Júnior (PSD), o que ampliaria o leque de apoio à candidatura do ex-presidente Lula em Rondônia.
Por fim, existem pré-candidaturas nanicas ao Senado Federal como a do Pastor Josinélio Muniz (PMB) e da Dra. Rosangela Lazaro (AGIR), ambas candidaturas disputam os eleitores do presidente Jair Bolsonaro (PL) e não possuem densidade eleitoral. No campo da Esquerda, podem surgir pré-candidaturas ao Senado pelo PSOL e PSTU, porém, sem capilaridade eleitoral. É aguardar para assistir os desenrolar das políticas de alianças das forças políticas nas convenções eleitorais dos partidos para escolha de candidatos.