quinta-feira, 30 de junho de 2011

O processo e o oprimido

            A palavra processo e oprimido sempre me leva a uma reflexão profunda, afinal, a forma como ambas são conduzidas por simples mortais, muitas das vezes me causa horror.  Esse sentimento surgiu em decorrência de como surge um processo, e muitas das vezes os vícios que com ele aparece e os prejuízos que se pode causar a alguém.
            Tive uma aula de Direito que o professor foi bem claro ao explicar o papel do processo, pois ele tem o poder de questionar muitos fatos e desejos, ele é o principal responsável pela burocracia no cumprimento das Leis e das regras. Assim, quando o processo surge, com ele também surge a ferramenta da opressão para muitos quando questionado, pois o oprimido vai se sentir coagido pelos mecanismos nele existentes.
             O processo esta presente diariamente em nossas vidas e as novas formas sociais de controlar o cotidiano das pessoas, disfarçadamente causa opressão em quem não poder falar ou escrever o que pensa. Na verdade, a opressão parte de quem está dentro do jogo sujo e como diz o ditado popular bem antigo, água não se mistura com óleo.
            Quem tem o poder, mesmo que seja passageiro, tentam com todo esforço se manter nele, e se alguém tenta mudar o jogo, ou seja, alternar, o jogo vira uma grande partida de xadrez. Muitos se tornarão apenas pobres desgraçados com a mera função de calar-se e aceitar a opressão, pois o mundo não foi feito para os questionadores ou idealistas. Desde a inquisição, os forjadores do mundo moderno carregaram por muito tempo o estereotipo de loucos, não de estudiosos ou de pensadores, muitos foram condenado pelo homem, foram absolvidos pelo tempo.
            Assim, muitos que desejam sentar-se na cadeira do poder, logo afirmam que esse mundo não pertence a qualquer ser humano, apenas aos escolhidos por Deus. O mundo pertence apenas a eles: “os psicopatas do trabalho”, são aqueles que enquanto nós dormimos, estão maquinando uma formula de derrubar o outro, de dominar tudo e oprimir aos mais fracos, até mesmo, persegui os pequenos com requintes de crueldades.
            Esses “psicopatas do trabalho” logo afirmam que aqui você não pode entrar, este mundo não te pertence, volte para casa, fique em seu lugar, não tente, você não vai conseguir e logo trama. Planeja todas as artimanhas para dominar o ambiente de trabalho e derrubar quem deseja conquistar um espaço. O verme age muito rápido, joga sujo, é capaz de destruir pessoas, de ir para cama com outras, esquece os filhos que tem em casa. Esses vermes tanto usam calça como saia, desejam sempre colocar quem lhe ameaça no seu lugar, na sua casinha, na escola lecionando, nem que isso precise atropelar a ética e a moral, pobre alma infeliz.
            Tive a oportunidade de conhecer vários “psicopatas do trabalho”, enquanto eles vivem em busca do inferno, o mundo permanece em paz, aqueles que se dizem a favor de uma mudança são ainda piores por que mentem. Quer o mundo só para si, com seu egoísmo, sua ganância. Precisamos não se sentir oprimido diante deles, fingir que aceita e jamais reclamar, por uma coisa e um mundo que não é nosso. Mas esses “psicopatas do trabalho” não fogem dos olhos de Deus, das Leis que regem o governo e o Estado.
Mas os “psicopatas do trabalho” só existem se você acredita nele, é só não se sentir oprimido. É como lidar com o vitiligo, se você acredita na doença, e a ver, ela toma conta do seu corpo, mas se você consegue lidar com uma coisa que esta lá mais você não da importância, a tendência é conte-la, deixar de lado algo que você consiga lidar com muito esforço, não é fingir que o problema não existe ou não esta presente, o problema é a forma como você lida com o problema. Assim é o processo, ele existe e toma conta do seu corpo: controla, oprimi, vigia, puni. Mas você permanece intocável, não deixe os vermes te atingir.

Não vamos enterrar um homem, vamos plantá-lo – Parte III
            Continua a viagem, dessa vez o silêncio prevaleceu no nosso taxi que fazia o nosso deslocamento de Porto Velho a Nova Mamoré. O sono se abateu nos passageiros que estavam no banco traseiro, apenas eu e o motorista papeava sem parar sobre a paisagem ao longo da BR. 364. O sol nos castigava, pois o Chevrolet, modelo Ipanema já estava bastante surrado pelo tempo de uso e não tinha o acessório indispensável para os trópicos, ou seja, o ar-condicionado, tão prejudicial na camada atmosférica por conta do CFC, que quando liberado mesmo em menor escala, é preocupante a sua emissão da camada atmosférica.
            Continuei admirando o pasto a o gado na beira da cerca das fazendas as margens da estrada. O gado Nelore é a raça predominante no pasto e pouco aparecia raça holandesa, que é muito boa de leite. Essa, quando aparecia era próximo as casa sedes das propriedades nos currais. As cenas me fizeram reportar aos tempos de minha infância que vivi na Granja Sandy de propriedade dos meus pais, que era localizada no Bairro Costa e Silva, na capital paraibana e que na atualidade virou um loteamento de casas populares.
            A lembrança de infância silenciou-me no carro, viajei no tempo, lembrei de minha babá Nair, que por sete anos de sua vida, dedicou-se a cuidar de mim. Esta quando viaja de férias para Alagoa Grande, sua terra natal, a fim de rever seus familiares e matar a saudade do convívio com os mesmos, a febre aparecia de forma violenta em meu corpo, causando delírio e apavoramento em minha mãe. Muitas vezes, as férias de Nair foram interrompidas pra retornar a minha companhia de tão preocupada que ficava ao saber do meu estado de saúde.
            Os fleches vinha a minha mente cada vez que visualizava o gado, pois desde cedo convivi com a terra, pois acordava cedo com o canto do galo e das galinhas. O café-da-manhã era uma caneca com Nescau que se enchia de leite bem quentinho direto do peito da vaca. Esse costume pela manhã bem cedo tinha uma particularidade especial, o vaqueiro tinha que ser o meu pai ou meu irmão Anisberto, de outra mão que tivesse ordenhando a vaca eu não tomava o leite, voltava para casa e sentava a mesa para saborear o tradicional cuscuz de milho, dependendo do dia, o seu acompanhamento, seria o leite, ovos de galinha de capoeira, o queijo coalho bem assadinho ou queijo de manteiga derretido, um prato típico de toda mesa nas casas das famílias nordestinas.
            O caminho até Nova Mamoré já se encurtava, pois logo o motorista interrompeu meus pensamentos para avisar-me que após a ponte sobre o Rio Mutum-Paraná novamente iria ter outra parada estratégica no Distrito que leva o mesmo nome do rio e que na lanchonete eu poderia degustar uma saltenha, um salgado tipicamente da gastronomia boliviana. Assim, quando avistei o lugar, fiquei encantado com a ponte de ferro da antiga E.F.M.M sobre o Rio Mutum, bem como a caixa d'água que serviu no passado para abastecer os trens a vapor ao longo do percurso de toda a estrada de ferro que fazia o trajeto entre Guajará-Mirim e Porto Velho ou vise versa.
            Quando desci o taxi, fitei meus olhos nas pessoas que estavam na lanchonete, pois o local até hoje ainda serve de parada estratégica para os ônibus de passageiros, tanto regional como interestadual. Naquele momento, nunca passou em minha mente que num futuro bem próximo a cidade desapareceria, se tornando um sítio arqueológico por conta da elevação dos níveis das águas do Rio Madeira e as alagações causadas por conta da formação do lago para mover as turbinas da Usina Hidrelétrica de Jirau, pertencente ao consórcio Energia Sustentável do Brasil.
            Tal evento que fez desaparecer o Distrito de Mutum-Paraná, serviu para surgir à Nova Mutum, uma nova cidade planejada desde as suas ruas largas até as construções arquitetônicas padronizadas destinado nas áreas de equipamentos públicos. As casas que também são padronizadas e suas construções foram para servir de habitação aos trabalhadores do canteiro de obra da construção da Usina de Jirau, bem como abrigar os antigos moradores de Mutum que tiveram que ser indenizados e retirados do antigo lugar que habitavam por muitos anos, ou seja, desde o aparecimento da E.F.M.M.
Coração e Mente, minhas primeiras interpretações!
(Parte II)

                Era um dilema a jornada para comparecer as aulas da Universidade Estadual da Paraíba, campus Osmar de Aquino na cidade de Guarabira, localizada na região do brejo paraibano e com distância de 120 km da capital. Mas nesse dia chegamos cedo à Rodoviária de João Pessoa, compramos nossos bilhetes de embarque com nossas carteirinhas de estudantes e depois sentamos no banco como de praxe para esperar o nosso horário de partida ao nosso destino.
                Nesse dia nada falei, pois meu amigo Ernani estava lendo seus textos para prova que iria fazer naquele dia e não poderia interromper a sua revisão, seria injusto, afinal, o rapaz trabalhava também e seu tempo se tornaria curto diante de tantos afazeres. Nesse dia fiquei igual um monologo, apenas pensando sobre sentimentos, na verdade, continuei pensando relação a dois e casamento. Perguntava-me se casamento seria uma relação verdadeira de amor entre duas pessoas ou um sentimento que era fruto de uma paixão, da carência afetiva ou algo da pós-modernidade. Mas uma coisa é concreta, o diálogo numa relação é o que nos permite compreender o que parece incompreensível.
                Mas penso que o dialogo deve ser de respeito mútuo, pois discutir a relação dentro do casamento é fundamental para que os valores da família e da moral não se percam. É colocar os problemas com abertura, sendo bem discutido com transparência e muito carinho e afeição. Mas por outro lado, muitos casais confundi a discussão com brigas, a compreensão com a humilhação, usando palavras em volta ao passado, de situações que já foram vencidas pelo tempo, pois rediscutir um assunto que já foi vencido, só desgasta a relação.
                A minha mente borbulhava divagando sobre casamento e relacionamento, afinal, a modernidade causou muitas mudanças na instituição casamento e nas relações a dois. Várias perguntas surgiam em minha mente, principalmente se as relações na atualidade estariam em xeque e se seriam tão necessário as discussões das mesmas entre os casais. O pensamento ficou mais forte quando abria o meu caderno da faculdade e lá estava escrito uma mensagem na contracapa:

Primeiro a paquera com a troca intensa de olhares, junto com os primeiro sorrisos, depois as primeiras conversas, veios os primeiros beijos, os primeiros toques, as carícias, a atenção. Foi tudo tão rápido, tão recente! Ainda posso sentir o teu cheiro, a tua face colada a minha, o seu sorriso, o seu olhar, o seu carinho! Não consigo esquecer-te! Mas, me sinto excluída da sua vida, cansei-me, fui avassalada com uma depressão que tomou conta de minha alma, comecei a sentir-me apenas usada como um objeto qualquer que é lembrado apenas quando se faz a faxina em casa. O tempo todo sentindo a tristeza de estar sozinha, cansada, triste e carente! Mas o certo é que não consigo tirar você do meu coração, está tão difícil. Você representa algo muito especial para mim, foi uma das mais importantes pessoas que passou em minha vida, queria poder ser feliz ao teu lado, mas não sendo possível, espero que encontre alguém que te faça feliz, eu não consegui, Desculpa!
Amo-te para sempre até um dia!

sábado, 25 de junho de 2011

Coluna

Falando Sério
Por Herbert Lins*
Estudos realizados pela Assessoria de Gestão Estratégica (AGE) do Ministério da Agricultura em conjunto com a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), revelou os atuais índices de crescimento da produção agropecuária no país. Sendo assim, o Brasil estaria prestes a se tornar maior produtor mundial de alimentos. Até mesmo os organismos internacionais reconhecem o potencial do nosso país para enfrentar o grave problema da fome em nosso planeta. O Ministro da Agricultura Wagner Rossi ao apresentar os números da pesquisa revelou que o Brasil tem potencial para se tornar o maior fornecedor de proteína animal e vegetal do mundo e que atualmente somos o segundo fornecedor de alimentos no mercado internacional. Entretanto, se os nossos governantes estivessem mais preocupados em políticas públicas para gerar emprego e renda no campo, até mesmo como alternativa para desinchar as cidades, logo se aproximaríamos dos EUA que detém a liderança mundial no mercado de alimentos.

Desenvolvimento
Outra saída para o Brasil se tornar líder na economia globalizada, seria reforçar o aumento da produção comercial dos biocombustíveis como solução alternativa para o consumo do petróleo. Uma resposta sustentável a poluição ambiental e a emissão de gases de efeito estufa na atmosfera. Pensando bem, com a exploração do petróleo na camada pré-sal, o aumento da produção do etanol e do biodiesel no Brasil, vai diminuir a nossa dependência externa de petróleo, por razões de segurança de suprimento ou impacto na balança de pagamentos, é o caminho certo do desenvolvimento sustentável do nosso país.
Controvérsia
Estudos da Unicamp destaca a necessidade de terras para produzir o Biocombustível. Comparando o etanol de cana-de-açúcar com o biodiesel de mamona, afirmam que um hectare cultivado com cana produz mais de 6 mil litros por ano de etanol, ao passo que esse mesmo hectare plantado com mamona proporciona apenas 500 litros de biodiesel. Dessa forma, os 13 bilhões de litros de etanol combustível que substituem cerca de 40% da gasolina utilizam pouco mais de 2 milhões de hectares de cana; para substituir 40% do diesel consumido no Brasil, ou seja, 16 bilhões de litros, seriam necessários 32 milhões de hectares plantados com mamona, o que representa cerca da metade da área cultivada no nosso país.
Sucesso
O etanol já é considerado no Brasil o substituto da gasolina e seu futuro é promissor com o advento das tecnologias de segunda geração. O biodiesel ainda tem um árduo caminho pela frente com as tecnologias de primeira geração e o futuro dependente de outras matérias-primas para as tecnologias de segunda geração. Os mesmos pesquisadores dizem que não devemos desanimar, mas não há razões para ufanismo quando se trata de biodiesel. Sendo assim, perguntamos para onde foi à usina de etanol na Região do Cone Sul do Estado tão propagada pelo ex-deputado Ezequiel Neiva (PPS)? Pois bem, quem ficou com o prejuízo foi os produtores rurais do município de Cerejeiras que acreditaram no sonho do ex-parlamentar.
Incremento
O governador Confúcio Moura (PMDB) esta lançando em todo Estado os Programas Terra Produtiva e Água Produtiva. Com os programas os pequenos agricultores serão beneficiados com até 40 horas/máquina subsidiadas de tratores de pneus, tratores de esteiras e pás-carregadeiras nas atividades de destoca, construção de bebedouros, reparo em estradas vicinais, construção de carreadores, correção do solo, adubação, plantio, silagens, transporte da produção, construção e ampliação de tanques destinados à piscicultura. Além de outros serviços necessários à continuidade do aumento da produção agrícola do Estado. O bom velhinho não tem nada de besta! Com ações como esta, vai se consolidando junto ao eleitorado da área rural.
Difícil
Com o fortalecimento da agropecuária no Estado através da ação de governo dos Programas Terra Produtiva e Água Produtiva. O governador Confúcio Moura vai se fortalecendo junto ao eleitorado da zona rural e cada vez mais, vai ficando difícil a pretensão do senador Ivo Cassol (PP) de voltar a ser inquilino do Palácio Presidente Vargas.
Licenciado
Bocas malditas em Brasília alardearam a este Colunista quando de passagem pela capital federal, que a licença tirada pelo senador Ivo Cassol, na verdade, seria para que seu pai (o ex-deputado Reditário Cassol) assumisse e provasse um pouco dos deleites do Senado Federal. Pois a sua batata está assando com o processo de cassação que corre no TSE e seu maior algoz, ou seja, a ex-senadora Fátima Cleide (PT) poderá se tornar senadora dentro em breve.
Cássio
Este Colunista de passagem pela Paraíba em tempos de festa junina teve uma conversa com os advogados do ex-governador Cássio Cunha Lima. Esses revelaram que os recursos sobre a sua posse no senado, só deverão ser votado em agosto após o fim do recesso do STF. Pois o que tardou o julgamento antes do recesso judiciário, foi a cirurgia de quadril do Ministro Joaquim Barbosa. Bem, os deputados Natan e Marcos Donadon, ambos que pertencem aos quadros do PMDB, já ganharam seus mandatos de volta. O ex-governador Cássio Cunha Lima que recebeu mais de 1 milhão de votos é do PSDB, assim, percebesse que a situação não deseja perder uma cadeira no senado para oposição.
Encanto
Todo ano a cantora paraibana Elba Ramalho se apresenta no Maior São João do Mundo realizado em Campina Grande – Paraíba.  A cantora se apresentou na véspera do dia de São João e foi coroada com um grande show pirotécnico nos céus da Rainha da Borborema. Elba encantou o público quando apareceu vestida de cangaceira interpretando músicas que marcaram a sua carreira, além de ter feito homenagens a Luiz Gonzaga, Jackson do Pandeiro, Marinês e Flávio José. Bem, diante de 100 mil pessoas no Parque do Povo para prestigiar o show de Elba, ficou impossível achar o jornalista Robson Oliveira.
Publicada no Jornal Estadão do Norte.
Porto Velho, 25 de junho de 2011. 

A suíte 412

                Muitos sabem que após um longo tempo como militante político do trabalhismo e a experiências com os livros na Escola Geográfica, nos fez buscar um sentido que preenchesse um enorme vazio que outros partidos políticos que fiz militância não conseguiram preencher. Sempre fui homem de partir para o debate, de entrar no campo das idéias político-ideológico e de radicalizar nas discussões em defesa das idéias e dos princípios que norteiam um passado de luta e um futuro de conquistas.
                Em meados de 2005 tive a oportunidade de conhecer o caminho do Humanismo e da Solidariedade, assistindo a um programa eleitoral em abril desse ano. Logo realizei pesquisas na internet, busquei a minha filiação partidária no Partido Humanismo da Solidariedade – PHS 31 e construir sempre uma história de militância. Sendo assim, sou grato aos líderes do meu partido que me deram uma grande oportunidade de trabalhar e fazer dele uma ferramenta de transformação da nossa sociedade.
O meu caminho trilhado nas fileiras do PHS foi pelas mãos de três homens de espírito público que muito admiro e os considero como os três cavalheiros, são eles: Júlio Viana, Prof. Ernandes e Edvaldo Caiçara. Foram eles que se tornaram a esperança dos humanistas e solidaristas na Paraíba, ou seja, não deixaram morrer a essência dos princípios e do programa do partido, deram o rumo ao partido desde que ele era o antigo PSN.
Assim, o PHS cresceu na Paraíba, continuou seu rumo e surge no cenário político estadual como uma grande promessa de futuro para as próximas eleições futuras. Quanto a mim, tomei um rumo diferente. Ventos me levaram ao Estado de Rondônia, lugar que me apaixonei devido à exuberância da natureza e o carinho que recebi do povo que ali chegaram primeiro. Na verdade os pioneiros de todo o desenvolvimento e progresso pujante que faz do nosso Estado de coração, despontar como uma grande estrela brilhante no céu azul de nossa bandeira e se reluz como orgulho, em nós bandeirantes, os bandeirantes de Rondônia.
Como bandeirante de Rondônia, tive a oportunidade de reaprender e conviver com muitos costumes diferentes, afinal, nosso Estado não é homogêneo, mas sim, heterogêneo. Assim, recentemente meu ex-aluno Diego Jorge, me ensinou a apreciar a atividade do laço como esporte. Então, precisamente no ano de 2007, fui laçado novamente para voltar à militância do PHS, esse laço me trouxe de volta ao cenário político. Agora seria no Estado de Rondônia e com uma missão espinhosa, começar tudo do zero, pois encontrei o PHS de uma prática comum para os que usam o partido em beneficio próprio, ou seja, a política da terra arrasada.
Esse grande laçador é Paulo Roberto Matos, a quem nutro grande admiração pela sua história de vida e que tenho uma enorme fidelidade. Em muitos momentos reafirmo o meu compromisso tanto da fidelidade partidária, quanto ao líder maior. Mas muitas vezes me considero desastrado no uso das palavras, afinal não nasci para ser bajulador, gosto de perguntar, de saber, de debater, de provocar a discussão, de buscar o conhecimento, defensor dos companheiros, enfim, sou curioso por natureza e por esse costume, sou um eterno aprendiz.
A observação do plano piloto proporcionada pela janela da suíte 412 do Hotel Nacional em Brasília, cenário de todos os nossos encontros partidários, me fez refletir sobre todos esses sentimentos cravados em minha mente. Sentimentos que os carrego nesses últimos seis anos de militância no PHS, que na atualidade já se confunde com a minha história de vida, afinal, o tempo doado, a dedicação, o cuidado, o carinho, as decisões rápidas, as decisões demoradas, o avanço, o recuo, a concordância, a discordância, os debates, as entrevistas, a burocracia, os escritos, as mensagens e tantos e tantos sentimentos que carregamos como um idealista numa luta intensa em favor do Humanismo e da Solidariedade.

domingo, 19 de junho de 2011

Memorial JK, minhas impressões!

"Deixemos entregues ao esquecimento e ao juízo da história,
os que não compreenderam e não amaram esta obra"

Em meados da década de 1990 residi em Brasília e sempre ao passar de ônibus ao lado do Memorial JK, ficava o desejo de fazer uma visita a tal Museu. Mas acredito que tenha sido a falta de tempo ou mesmo de ajuste de horário, afinal, quantas vezes retornei a Brasília e não me proporcionei tal prazer em descobrir uma obra tão magnífica aos nossos sentimentos de brasilidade.


Depois de muito tempo, me determinei a conhecer o Memorial JK que fica localizado no eixo monumental da nossa capital federal. Na verdade é um Museu que conta a história de vida pessoal e política do ex-presidente da República Juscelino Kubitschek e do seu maior desafio, construir a nossa capital federal em pleno cerrado brasileiro.


A obra de arte leva a assinatura do arquiteto Oscar Niemeyer que era amigo do ex-presidente JK. Percorrendo suas galerias fiquei impressionado com a exposição das fotos, dos objetos pessoais, das roupas e de vários outros pertences do ex-presidente JK e sua família. Fiquei encantando com a sua biblioteca pessoal e os mais de três mil livros expostos, os títulos que me chamaram atenção foram: Território Humano que foi escrito por José Vieira; Fronteiras da Criação de J. Guilherme de Aragão; Gente de Seringais de Álvaro Maia e todos os títulos escritos por Josué de Castro e Eça de Queiroz.


Mas minhas impressões se voltaram para a Câmara Mortuária, onde estão depositados os restos mortais de JK. No teto tem um vitral que foi desenhado pela artista Marianne Peretti, uma obra verdadeiramente artística e de rara beleza que fascina aos nossos olhos, coração e mente. Todo o conjunto arquitetônico é belíssimo tanto nas dependências internas como na área externa.


No ambiente externo podemos contemplar o automóvel de uso pessoal do ex-presidente JK, ou seja, um modelo Galixe da marca Ford em perfeito estado de conservação. Ainda podemos admirar obras artísticas projetadas por Athos Bulcão e uma escultura de 4,5 metros de autoria de Honório Peçanha que retrata o ex-presidente em pé e com a mão direita estendida em gesto de aceno, hábito de saudação que sempre fazia para o povo. A obra foi objeto de duras críticas de setores reacionários, que viam no monumento a foice e o martelo como referência a um dos símbolos do comunismo, ideologia do arquiteto Oscar Niemeyer.


Estudiosos revelam que a construção de Brasília foi uma estratégia para afastar a capital federal dos grandes centros urbanos e das possíveis revoltas populares das grandes massas. Para finalizar a minha visita ao local, comprei na saída um prato que tem a figura do Memorial JK, mais um exemplar para minha coleção dos lugares por mim visitado.

Brasília, 19∕06∕2011.
Créditos das fotos: palavrasdearlete.blogspot.com

Coluna

Falando Sério
Por Herbert Lins*
Essa Coluna já tinha feito uma análise das obras “elefantesca” realizada pela prefeitura de Porto Velho. Para este colunista não foi novidade a matéria veiculada na programação do Fantástico no domingo passado (12∕06). Rondônia mais uma vez aparece no cenário nacional de forma negativa. Pois as imagens dos seis viadutos inacabados e que vem causando grande transtorno a população e aos usuários, já somam investimento na ordem de R$ 100 milhões e a suspeita de irregularidades fez com que a obra ficasse parada desde o ano passado. A construtora que vinha tocando as obras abandonou-as literalmente, alegando que os recursos disponibilizados para finalização das mesmas não cobre a planilha de custo. Já a segunda empresa classificada no processo licitatório após realizar uma vistoria, descartou a possibilidade de tocar a conclusão dos viadutos e por derradeiro, a terceira empresa também se manifestou contrária a tutela final dos “Elefantes Brancos” criado na paisagem urbana da capital pelo prefeito Roberto Sobrinho e sua equipe de gestão e planejamento.
Xerifona
Os deputados estaduais Hermínio Coelho e Ribamar Araújo, ambos do PT, pediram em plena sessão plenária na ALE a expulsão do prefeito Roberto Sobrinho do quadro de filiado da legenda petista no Estado. O deputado Hermínio Coelho usou os seguintes adjetivos fortes: “roubalheira”, “corrupção”, “desmandos” e “irregularidades” como rótulo para administração petista frente à prefeitura da capital. Já o deputado Ribamar Araújo afirmou que o prefeito Roberto Sobrinho é um “bandido” e “chefe da quadrilha” que se instalou no Palácio Tancredo Neves. Vale lembrar aos deputados que a estância para esse tipo de pedido é na Comissão de Ética do PT, que tem como atual presidente da legenda a deputada estadual Epifânia Barbosa, espécie de “xerifona” do prefeito Roberto Sobrinho. E ai, será que os deputados vão ter coragem de formalizar o pedido na esfera partidária ou vai ficar de blá, blá, blá?
Amnésia
Mais uma vez essa Coluna foi procurada por alguns “vermelhinhos” tentando defender o prefeito Roberto Sobrinho e afirmando que o Deputado Hermínio Coelho (PT) deve esta sofrendo de amnésia ou perdendo muito dinheiro na mesa de jogo. Pois novamente levantaram a questão que o deputado quando vereador da capital fechava os olhos para os aumentos das passagens de ônibus, que nunca enfatizou a importância da construção de um hospital municipal e muito menos reclamou sobre as somas milionárias paga por serviços de coleta, limpeza e conservação não realizados pela empreiteira Marquise e finalmente, pelas obras inacabadas do prefeito Roberto Sobrinho. Bem, o espaço esta concedido ao deputado pra dizer se é verdade ou mentira as tais afirmativas dos “vermelhinhos”.
Vencido
Com a possibilidade de enfrentar um processo de cassação por seus pares devido à condenação sofrida pela prática de pedofilia, o vereador Chico Caçula (PDT) renunciou ao seu mandato na tarde de quinta-feira passada (16∕06). Quem venceu na verdade foi à sociedade Porto Velho através das manifestações contra a permanência do mesmo no parlamento mirim da capital. Só falta agora os vereadores fazerem a sua parte quanto à promessa de mudar o Regimento Interno da Casa e a Lei Orgânica do município que tenta proteger criminosos no exercício do mandato de vereador da capital.
Apitaço
O vereador Jaime Gazola (PV) que votou contra a implantação do serviço de moto-taxi em Porto Velho, agora veio apresentar um Projeto de Lei que mexe com toda a categoria, ou seja, o vereador deseja que os atuais moto-taxistas trabalhem apenas durante o dia e criar outro turno das 18 as 06:00 horas da manhã visando atender uma enorme lista de espera de novos moto-taxistas que desejam entrar em ação.  Os atuais moto-taxistas insatisfeito com o ato incoerente do vereador verdinho, prometeram fazer na próxima semana uma “apitaço” na frente da Faculdade São Lucas durante os três turnos das aulas. Lembrando que o vereador Jaime é o proprietário da referida faculdade e diante da possibilidade do “apitaço”, surge à seguinte pergunta: será que o “verdinho” vai “amarelar”?
Louvável
Durante a sessão itinerante em Ariquemes, os deputados estaduais aprovaram a criação de um prêmio em pecúnia a policiais civis e militares do Estado de Rondônia que, no exercício de suas funções, sejam responsáveis pela apreensão de armas de fogo, acessórios e munições em situação irregular. O projeto de lei aprovado é de autoria do deputado estadual Lorival Amorim (PMN) que reconhece a crescente onda de violência em todo Estado. Lembrando que a iniciativa do deputado é louvável e que a premiação pecuniária será ocasional, paga por evento, conforme regulamentação e em nenhuma hipótese integrará ou poderá ser incorporada aos vencimentos, subsídios ou soldos dos policiais civis e militares estaduais.
Asfalto
Como bem prometido, o governador Confúcio Moura assinou a ordem de serviço para asfaltar dez quilômetros de ruas na cidade de Guajará-Mirim, região fronteiriça com a Bolívia. Todo o trabalho é executado pelo Departamento de Estradas de Rodagem e Transportes (DER). O governador foi pessoalmente acompanhar o início dos trabalhos. Bem, só falta agora o nosso “bom velhinho” fazer o mesmo com os Distritos de Palmeiras e Nova Dimensão no município de Nova Mamoré.


Super-poderosas
A Ministra de Relações Institucionais, Ideli Salvatti, fez essa semana uma visita a Câmara de Deputados e na oportunidade, afirmou que a liberação dos recursos para as obras nos municípios através de emendas parlamentares junto ao orçamento da União serão feita “dentro da possibilidade”. Com essa afirmativa, essa coluna prevê que as super-poderosas, ou seja, as Ministras Ideli e Gleisi (Casa Civil), mais a presidenta Dilma, poderão sofrer novas derrotas no plenário da Câmara, a exemplo da derrota sofrida com a votação do Novo Código Florestal e os prefeitos continuarão com pires na mão.
Barbie
Este Colunista passou boa parte da semana em Brasília. Nas nossas andanças no Senado, todos falam que a nova Ministra da Casa Civil Gleisi Hoffmann (PT-PR) é chamada carinhosamente pelos seus colegas senadores de “polaquinha” ou de “Barbie”. Mas os senadores da oposição se tremem de medo da nova super-poderosa nos debates, pois a mulher é dura nos embates políticos e a consideram um “pit Bull”. A mesma já declarou que a presidente Dilma é o seu exemplo maior. Sendo assim, haja consultoria de “bombeiro” para o ex-presidente Lula.

Publicado no Jornal Estadão do Norte.
Em 18 de junho de 2011.

sábado, 18 de junho de 2011

Comadre Parea e sua Feira de Mangai
Começo afirmando que sinto muito orgulho quando recebo o carinho da comadre Parea toda vez que tenho a sorte de encontrá-la em uma de suas “Feiras de Mangai”. Na verdade se trata da amiga Leneide Maia Tavares, mais conhecida como Dona Parea e proprietária da rede de Restaurantes Mangai que tiveram a sua origem em João Pessoa a partir de uma “bodega” que vendia produtos do sertão, a exemplo de rapadura, queijos, doces caseiros, carne de sol, manteiga de garrafa, bolachas etc.

Hoje, o Mangai esta presente também em Natal e Brasília, são restaurantes que retratam em seu ambiente interno e externo uma casa de fazenda. Um espaço criado retratando a vida do interior, com decoração típica da arte popular nordestina, valorizando os usos e costumes do homem simples da caatinga. A comadre Parea fez do Mangai, um lugar prazeroso e bucólico, oferecendo várias opções gastronômicas regionalista, ou seja, o saboreio da cozinha tipicamente nordestina.

Assim, revelo que passei boa parte da minha vida frequentando sempre aos domingos, pelo menos uma vez por mês, o café-da-manhã no Mangai, localizado desde a década de 1990 na Praia de Manaíra. Logo que sentava a mesa, ficava observando o conjunto de beleza harmônica formada pela decoração rústica do lugar. Chamava logo o garçom pelo chocalho de cabra amarrado com uma tira de couro a mesa, idéia genial para realizar os pedidos. As delicias favoritas do meu paladar para encher a minha pança grande se resumia na coalhada adoçada com açúcar mascavo, a cartola (iguaria tipicamente nordestina feita de banana frita e coberta com queijo de manteiga derretido, açúcar e canela), um manjar dos desuses. Também não deixo de recomendar as saborosas tapiocas com queijo coalho bem assadinho, o pão de mandioca acompanhado de queijo de manteiga, os bolos de leite e macaxeira com coco, além da buchada de bode acompanhada de um bom rubacão e muitas outras deliciosas receitas que ficam sempre em minhas lembranças.

Recentemente recomendei o Mangai ao meu amigo Jair Montes, esse em suas andanças por Brasília, decidiu ir conferir de perto a cozinha do restaurante para provar as delícias da minha comadre Parea que nasceu em Catolé do Rocha, lugar de pessoas famosas como Ariano Suassuna, João Agripino Maia, Cézar Maia, Gervásio Maia, João Agripino Neto, Chico Evangelista, Fabiano Vilar, Raimundo Nonato Batista, Chico Cézar, Everton Medeiros, Graça Campos, Campos Lins, Anelise Lins, Liziane Lins e Leonardo Lins.

Terminado o jantar, meu amigo Jair Montes me mandou uma mensagem ao celular afirmando que estava de “bucho cheio”, que o lugar era uma tentação, de saborosa comida e sempre que retornar a Brasília, seu roteiro iria constar o Restaurante Mangai. Logo lembrei ao Jair Montes, que ele observasse bem a paisagem ao redor do Mangai de Brasília, pois ali tem a Ponte JK, outro cartão postal da nossa capital federal, considerada um patrimônio da humanidade.

A minha presença em Brasília, no meados de junho de 2011, retirei um dia para ir almoçar no Restaurante Mangai com a companhia do meu amigo William Pelegrini, uma amizade que já perdura por mais de dez anos. Pois conheci William quando trabalhamos juntos na IT – Internacional, empresa que prestava serviço a Caixa Econômica Federal em Brasília e nós éramos analista de processamento. Nessa minha ida ao Mangai de Brasília tive o prazer de rever a comadre Parea, ou melhor, Leneide Maia. Essa quando me viu da sua cozinha, veio logo me cumprimentar com copos na mão e uma poncheira de suco de cajá, fruta que aprecio muito e logo perguntei: Comadre tem certeza que é esse sabor que eu gosto? Logo ela me respondeu servindo o suco: tenho sim compadre, pois você sempre pedia esse sabor no Mangai de Manaíra e na “bucha” já veio uma pergunta: Você esta morando aqui em Brasília, pois nunca mais vi você pelas bandas da terrinha? Logo expliquei que deixei a Paraíba a mais de cinco anos e estava morando em Rondônia, mas que sentia muita falta da terrinha. Mas para saudades de todos meus familiares e amigos que deixei na terrinha e aperreio de alguns em Rondônia, a terra do céu azul como anil, seria o meu grande aconchego até o resto dos meus dias, claro se Deus permitir. Nossa, foram horas de conversas e sessão de fotos, William que é especialista em administração de empresas, ficou encantado com o empreendedorismo da Parea e com o breve relato que fez de sua vida empresarial para nós.

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Gestão Ambiental


Gestão Ambiental e o constante treinamento organizacional

            Os maiores mercados consumidores no mundo estão exigindo das empresas, produtos que em todo seu processo de fabricação, tenha-se um comprometimento com o meio ambiente, visando a redução de impactos ambientais. Assim, cada vez mais essas empresas vêm desenvolvendo programas ou implantação de sistemas de gestão ambiental – SGA. Esses recursos em busca da sustentabilidade ambiental da organização, pode levar ao caminho da certificação ambiental. Essa certificação tem por objetivo, demonstrar ao consumidor o comprometimento da organização para com o meio ambiente.
                Não é uma tarefa fácil, é um trabalho que leva tempo e deve ser levado a sério por todos os personagens da organização. As ações de conscientização devem acontecer tanto no ambiente interno como externo, ou seja, propor mudanças de comportamento da alta administração da organização, dos funcionários, dos colaboradores, fornecedores, clientes e terceiros, ou seja, todos devem se envolver, viabilizando um processo de motivação constante e elevar o nível de conscientização dos personagens envolvidos.
                Nesse cenário, é fundamental durante do desenvolvimento do SGA que a alta administração da organização esteja comprometida com a política ambiental desenhada, pois metas e objetivos que precisam ser atingidos, não seja obstáculo durante toda a implantação do SGA. Assim, toda a alta administração deve esta estimulada de forma constante através de reuniões e seminários periódicos demonstrando que o gerenciamento ambiental é uma prioridade da organização e que esses estímulos façam com que contagie a todos os personagens envolvidos.
                A partir de análise quanto a modelos de gestão ambiental, verificamos que a coleta de lixo na cidade de Porto Velho realizada por uma empresa terceirizada tem deixado muito a desejar. Afinal, a capital do Estado de Rondônia não dispõe de um aterro sanitário, todo o lixo recolhido na cidade, bem como nos distritos, são jogados no lixão a céu aberto, batizado de Vila Princesa.


                Percebe-se que Porto Velho como uma capital que recebeu obras importantes do PAC e que passa por uma grande transformação sócio-econômica e ambiental devido a construção das Usinas de Jirau e Santo Antonio no Rio Madeira, não foi pensada como um todo, principalmente o desenvolvimento de ações concretas para mitigar os impactos ambientais na paisagem urbana. Os gestores municipais foram omisso quanto ao planejamento para implantação de um sistema de coleta de lixo com bases na sustentabilidade ambiental, para isso, muitos recursos estavam disponibilizados através das famosas compensações sociais que até o presente momento, apresenta-se com ações tímidas diante das demandas geradas a partir da construção das usinas hidrelétricas do Rio Madeira.


                Para a organização, o papel da motivação, capacitação, reciclagem de conhecimento e o constante treinamento organizacional com relação a política ambiental, tem por objetivo, provocar a participação do individuo e fazer dele um facilitador para mudança de hábitos a atitudes para com o meio ambiente. Sendo assim, os elementos fundamentais para uma educação ou reeducação ambiental dos personagens envolvidos na construção do SGA, parte dos princípios da conscientização, do comportamento, da participação, do conhecimento e por fim, da habilidade necessária para correta identificação e resolução de problemas ambientais.

domingo, 12 de junho de 2011

Política Ambiental


Qual a importância da política ambiental no âmbito da empresa?
                Os desafios são muitos a serem vencidos na atualidade pela atividade empresarial, principalmente o cumprimento das normas estabelecidas na legislação ambientais que cada vez mais se tornam mais rígidas. Entende-se que a rigidezes das Leis são resposta urgente que o meio ambiente exige, ou seja, as alterações ambientais apresentadas em nosso clima têm feito com que o homem reflita sobre a pressão que o mesmo exerce sobre a natureza e adote medidas mitigadoras para diminuir os impactos ao meio ambiente.
                Assim, a empresa moderna em sua maioria tem procurado estabelecer parâmetros que orientam a adoção de uma política de gestão ambiental.  Essas empresas têm buscado formar um conjunto de intenções sobre o assunto e adoção de uma série de medidas que orienta a conduta gerencial em favor da sustentabilidade ambiental com princípios norteadores desde a sua missão, visão, valores e as crenças da organização.
                 A blogueira do G1 e cronista Renata Jatobá, que versa sobre temas em favor da sustentabilidade, defende que “o crescimento econômico não pode ser um fim em si mesmo, à serviço de um modelo predador. Tem que atingir objetivos sociais de sustentabilidade, que prega uma sociedade múltipla, em que todos são ouvidos e valorizados em seus desejos e necessidades”. Partindo desse ponto de vista, as empresas que adotam uma política ambiental devem sempre reforçar as comunicações entre os envolvidos, bem como a melhoria contínua dos princípios orientadores, afinal, as condições locais, regionais e especificas, fará com que a empresa sempre esteja antenada com os clientes, fornecedores, acionistas, funcionários e os que vivem em sua área de influência direta, ou seja, que estão inseridos no cotidiano da empresa.
                O caminho a ser seguido pela empresa em busca da implantação de uma política ambiental deve consistir com princípios de objetividade, como forma de permitir aos personagens envolvidos, o saber das intenções de quem pensa a empresa, possibilitando assim, levar a todos o conhecimento sobre a política interna da empresa desejada em favor da sustentabilidade ambiental e estimular sempre o comprometimento com as metas estabelecidas e passiveis de serem cumpridas.
                A empresa deve evitar sempre o surgimento de políticas informais, tem que manter o foco no que esta estabelecida em sua política ambiental, não deve sofrer modificações contraditórias em relação ao desejado, para isso, não se dever ver a auditoria com desconfiança, pois ela que vai verificar e apresentar o diagnostico do comprimento do SGA desejado, apresentando sempre reflexões e observações se os parâmetros estabelecidos de todo o processo de elaboração estão caminhando em conformidade com a implantação do sistema de gestão ambiental em conformidade com as metas de sua implantação.
                Partindo do pressuposto acima, um exemplo apresentado como pilares da sustentabilidade empresarial, foi a apresentação do Relatório Socioambiental 2010 do Consórcio Santo Antonio Energia recentemente. Esse consórcio é responsável pelo projeto de construção de uma das usinas hidrelétrica no Rio Madeira, adotou a sua política ambiental nos Princípios do Equador, ou seja, buscou a implementação de projetos de forma sustentável para garantir equilíbrio ambiental e orientou-se pelos princípios de menor impacto social e prevenção de acidentes. As empresas interessadas em obter recursos no mercado financeiro internacional devem seguir o Princípio do Equador e adotar: gestão de risco ambiental; proteção à biodiversidade; mecanismos de prevenção e controle de poluição; Proteção à saúde e à diversidade cultural e étnica; sistemas de segurança e saúde ocupacional; avaliação de impactos socioeconômicos, incluindo as comunidades e povos indígenas; proteção a habitats naturais com exigência de compensação para populações afetadas; eficiência na produção; distribuição e consumo de recursos hídricos e uso de energias renováveis; respeito aos direitos humanos e combate à mão-de-obra infantil.
                Conclui-se afirmando que a Política Ambiental é um elemento importante hoje na vida de qualquer empresa, afinal, ela que define os principais elementos do processo de implantação, sistematiza o processo, contextualiza os objetivos, as metas e a operacionalização para implantação de um Sistema de Gestão Ambiental.

sábado, 11 de junho de 2011

Falando Sério
Por Herbert Lins*

A pesar da mobilização da Bancada Federal nos últimos dias pela assinatura do Decreto da Transposição pela Presidente Dilma, ainda não foi dessa vez. O Ministério do Planejamento prometeu que o mesmo será assinado no próximo dia 15/06. Como foi divulgado, até a manhã de quinta-feira (09/06), os deputados e senadores ainda não tinha informações precisa sobre o texto do Decreto que foi encaminhado a Casa Civil da Presidência da República. A angústia dos servidores que esperam a tão sonhada transposição é gigante, afinal é a esperança de muitos, a mudança para os quadros federal. Já para o atual governador Confúcio Moura, um alívio no orçamento estadual caso venha a acontecer, o “bom velhinho” tem muita sorte. Mas todos lembram que a bandeira da transposição virou mote de campanha de muitos candidatos. Entretanto, o ex-governador Ivo Cassol gritava aos quatro quanto do Estado, que a transposição não sairia naquele momento, tudo não passava de manobras políticas eleitoreiras, o dito cujo, correu o risco de não conquistar a sua vaga ao senado tão pretendida. Agora resta saber quem esta com a verdade, o senador Ivo Cassol que sempre afirmou que o Decreto não seria assinado ou os demais congressistas da nossa bancada federal. Quem vai arriscar um palpite?

Beron

Terminada a novela da transposição, a bancada federal, principalmente o Senador Valdir Raupp (PMDB) poderia escrever juntos outra novela em favor do nosso Estado, ou seja, trabalhar pela anistia da dívida do Banco do Estado de Rondônia, antigo Beron. A liquidação do Beron por parte do Banco Central deixou um enorme dívida ao Estado para com os cofres da União. A soma paga por mês já chega a aproximadamente R$ 20 Milhões, valor considerável se somado o montante ao final de cada ano. Se a bancada se unir em torno desse ideal, quem vai agradecer é o cofre estadual. Vai sobrar uma boa grana para ser investido em políticas públicas em favor da saúde, educação, segurança pública e geração de emprego e renda.

Consignado

Recentemente, a Prefeitura de Porto Velho retirou a folha de pagamento dos servidores municipais do Banco Santander e transferiu a responsabilidade para o Banco do Brasil. Alegou-se que o BB em contra partida iria construir o Centro Administrativo do Município no terreno ao lado da Maternidade Municipal. Bem, quem anda reclamando são os servidores públicos municipais que sentiram no bolso as pesadas taxas do BB. Para surpresa de todos, no meio dessa semana, o prefeito Roberto Sobrinho anunciou a doação do terreno ao Estado para ser construído o novo hospital da capital. A operação da transferência da folha de pagamento para o Banco do Brasil foi da Chefa de Gabinete Mirian Saldanha, que é funcionária de carreira do banco e almeja um dia chegar à superintendência do BB.

Assédio

Muito corajoso o Colunista Alan Alex, que ao fim dessa semana, publicou na imprensa local, conversas do MSN, o popular hotmail-messenger. As conversas trazem revelações surpreendentes envolvendo funcionários barnabés do DER e o superintende Lúcio Mosquini. Ninguém sabe ao certo se vazou ou se alguém teve seu endereço eletrônico violado. Mas as exposições das conversas retratam o assédio sexual e moral como prática corriqueira no serviço público brasileiro. Mas esse tipo de ação, não só ocorre nos bastidores do governo, ocorre também em órgãos da prefeitura da capital. Pois tem gestores que praticam assédio sexual aos seus subordinados, ou mesmo, aos que são contratados como executores de projetos. Corre a boca miúda, que se as conversas de MSN desses gestores vierem a público, a crise sexual e moral também atingiria em cheio a Prefeitura de Porto Velho.

Pedofilia

O prefeito do município de Lorena, no interior de São Paulo, Paulo Neme (PTB), foi afastado sob suspeita de pedofilia e crimes administrativos. Na segunda-feira, os vereadores aprovaram por unanimidade a criação de comissão sobre o caso e, na quarta-feira, o advogado de Neme, José Roberto de Moura, protocolou um pedido de liminar na Justiça local para suspender a decisão dos vereadores. Há duas semanas, foi chamado na tribuna de “malandro, pilantra e vagabundo” pelo presidente da comissão, o senador Magno Malta (PR-ES), que leu um documento com depoimentos de crianças de 10 anos supostamente abusadas sexualmente por Neme. Segundo o documento, policiais flagraram a atividade diária na casa do prefeito, que pagaria R$ 10 às vítimas. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. Bem que o senador Magno Malta poderia fazer novamente uma visita ao Deputado Walter Araújo e na sua agenda constar uma visitinha a Câmara de Vereadores de Porto Velho, especialmente ao vereador Chico Caçula (PDT) presente em plena sessão.

Oráculo

O STF mais uma vez surpreendeu a sociedade brasileira ao libertar o italiano Cesare Battisti. Preso aqui no Brasil por veredicto do então Presidente Luís Inácio Lula da Silva. Quebrando um dos pressupostos constitucionais da Presidência da República e dando a aparência de um Oráculo de Delfos. O caso é que o ativista político italiano pediu asilo político ao Brasil, mas o mesmo tinha sido condenado à prisão perpetua na Itália por ser considerado um terrorista, pois os atentados por ele praticados levaram a morte de muitos civis inocentes naquele país.

Libertado

Mas o STF Já tinha analisado o pedido de extradição. Naquela oportunidade a votação ficou 05 a 04. Veio então a palavra final do Senhor Luís Inácio Lula da Silva, então presidente do Brasil, que tomou por base um acordo anterior feito pelos dois países de manter Cessare Battisti preso aqui no Brasil. Os únicos votos a favor da continuação da prisão de Battisti e da manutenção do acordo político entre Brasil/Itália foram dos senhores Ministros: Gilmar Mendes (Relator Do Processo), César Peluzzo e a Ministra Ellen Gracie. Agora, o STF deu a liberdade a Battisti, quem não gostou muito foram os italianos, muitos se manifestaram em público pela não participação da seleção italiana de futebol na Copa de 2014 que será realizada aqui no Brasil.

Boa

Muito boa a escolha da senadora Gleisi Hoffmann (PT/PR) para Ministra Chefe da Casa Civil do governo da presidente Dilma Rouseff. Com a queda de Palocci e o desfecho do caso das “consultorias milionárias”, quem ganhou a parada mais uma vez foram as mulheres, ou seja, mais uma mulher na equipe de governo da atual presidente Dilma. Além disso, quem comemorou a queda com festa, foi o ex-ministro José Dirceu, que viu de pé a queda de seu maior inimigo dentro do PT. No fim desse episódio, o PMDB ficou mais musculoso com sua bancada no senado devido à posse de Sérgio de Sousa, suplente de Gleisi Hoffmann. A oposição também se fortaleceu, que até então vinha patinando na Era Lula. Só falta agora a oposição convocar uma greve geral pelas primeiras privatizações realizada pelo PT no país. Como diz os mais sábios, quem diria?

Pinga-Fogo: O ultimato foi dado pelo prefeito Roberto Sobrinho quanto às obras do viaduto, semáforos foram colocados ao local, pronto, acabou o dilema! Cadê os Conselheiros Tutelares e os Comissariados de Menores fiscalizando os bares da Zona Leste e Zona Sul da Capital? Por último, a SEMTRAN virou uma indústria de multas na capital, coitado de nós motoristas.

Publicado no Jornal Estadão do Norte
Porto Velho, RO -11/05/2011.

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Planejamento Empresarial

A empresa planejada é o caminho do futuro!
                As grandes empresas internacionais se superaram no tocante ao item de suma importância para a sua projeção no mercado local ou global. Estamos tratando de um simples termo que sempre aparece na administração das empresas, dos órgãos públicos, de instituições e dos lares, ou seja, se resume na palavra PLENEJAMENTO, que para muitos se torna o bicho-papão de compreender.
                 As empresas na atualidade, tanto em países desenvolvidos como em países subdesenvolvidos procuram a partir do planejamento de suas etapas de implantação, produção e logística, diminuírem custos, aperfeiçoar a produção e incrementar a logística, visando ações que reduzam ou abrande os impactos que se possam trazer ao meio ambiente. Assim, o planejamento é o caminho do futuro para qualquer empresa, afinal, as cenas apresentadas pelas alterações climáticas que vivem o nosso planeta exigem que não importe a dimensão que tenha a empresa no mercado local ou global, mas as ações que as mesmas desenvolvem como personagem central nos debates acalorados em favor de medidas visando mitigar os possíveis impactos ao meio ambiente.
                Os maiores exigentes em favor do meio ambiente, não são apenas os ambientalistas, mas os consumidores que também entraram em cena. Sabemos que são eles que ditam as regras do mercado e do consumo. Mesmo com a falta de democratização das informações, as poucas que chegam ao consumidor através do rádio, televisão ou através da internet, tem feito com que as empresas ofereçam produtos e serviços menos impactantes ao meio ambiente. Sabemos que no passado bem próximo, bem como no presente em casos particulares ou isolados, as empresas não apresentavam qualquer preocupação com o meio ambiente, mas o comportamento físico do nosso planeta tem feito com que as próprias e também os órgãos reguladores ambientais governamentais, procuram apresentar realizações ou investimentos financeiros pesados para buscar o caminho da sustentabilidade ambiental.
                As maiores cobranças desse caminho, parte dos princípios das causas e efeitos que as empresas podem causar ao meio ambiente quando se busca o consumo de matéria-prima e insumos para produção, o consumo de água e de energia, o descarte de resíduos sólidos, a emissão de efluentes e a produção de gases que são lançados na atmosfera. Então, desde a sua implantação ao seu funcionamento, as empresas precisam planejar-se para conviver sustentavelmente com o meio ambiente. É preciso elaborar e executar um plano de ação de melhorias no tocante a redução do impacto ambiental que vai provocar antes e depois de sua implantação. Assim, se faz necessário a certificação e o constante monitoramento por quem concedeu a certificação ambiental, um condicionante importantíssimo para elas mesmas.
                Partido da idéia anterior, o planejamento empresarial associado à implantação de um SGA, faz com que a empresa se questione sempre as atividades por ela desempenhadas e os impactos ambientais adversos e significativos gerados. Busca-se então, traçar procedimentos que avaliem os impactos ambientais dos novos projetos pretendidos e as exigências especiais para localização da mesma quando em fase de planejamento para sua implantação de acordo com a sua localização. Também é preciso desenhar os impactos associados quando feito modificações ou acréscimos em suas atividades, produtos e serviços que por ventura venha afetar os aspectos ambientais. Outro aspecto que exige do planejamento da empresa, é o estudo da freqüência que uma situação possa ocorrer e levar a mesma a provocar um impacto ao meio ambiente. Pois é necessário identificar os aspectos ambientais significativos, não importa o tamanho, mas se deve levar em consideração os impactos, a probabilidade, a severidade e a freqüência dos impactos ambientais que a mesma venha provocar em abrangência local, regional ou global.

Direito Ambiental

Lex Ambiental
                O passo a passo da implantação de um Sistema de Gerenciamento Ambiental – SGA nas empresas, buscar caminhos que leve a identificar e manter atualizado um cadastro de requisitos legais aplicáveis às suas atividades, produtos e serviços. Assim, analisando de um ponto de vista prático, esse vem a ser o maior obstáculo para as empresas, principalmente as médias, pequenas e micro, que em sua maioria não dispõe de capacidade financeira própria, incentivos governamentais e pessoas habilitadas ou mão-de-obra especializada para realização de tal serviço.
                Assim, as empresas pensando em agilizar a busca pelo conhecimento universal das ciências jurídicas para obter auxilio no campo da legislação ambiental, se ver obrigado a contratar um operador do Direito que tenha conhecimento área ambiental ou mesmo uma assessoria jurídica externa que venha prestar tal serviço. Mas as empresas que estão buscando implantar o SGA quando recorre a esses profissionais, se depara com um enorme problema, pois a grande maioria dos profissionais da área jurídica não dispõe de conhecimento técnico e especializado sobre o tema ou mesmo domínio das Leis ambientais em vigor no país.
                Nos dias atuais, é importante a identificação e conhecimento básico na legislação ambiental para se construir um cadastro de requisitos legais que são necessários as empresas que desejam implantar um SGA. Essa identificação passar pela legislação nos níveis internacionais, federais, estaduais e municipais, bem como os códigos de normas industriais e compromissos assinados em contratos que venha a ter alguma relação com as atividades da empresa, seja na produção, serviços e resultado final.
                A centralização da documentação da empresa é um passo importante, principalmente da legislação ambiental já identificada e catalogada, bem como os contratos assinados ou comunicados internos que tenha relação com os aspectos ambientais. Nesse contexto, é notória a necessidade da empresa possuir um profissional qualificado e especializado, que possua domínio e nível de conhecimentos específicos em temas ambientais, bem como nas legislações já mencionada acima. Pois atualmente, são poucos os operadores do Direito que apresentem a capacitação técnica para esse tipo de trabalho e aqueles que já possuem conhecimento vasto na área e tem domínio da matéria, cobram valores elevados pela prestação de tal serviço.
                A problemática das empresas em tal serviço tem feito com que as mesmas, construam alternativas para dar solução a essa questão. Pois, com a prática, tem se buscado a utilização de bases especificas sobre a legislação ambiental, ou seja, os departamentos jurídicos ou as assessorias externas contratadas, já realizam um levantamento do que seja relevante da legislação ambiental para o cenário de atividade que empresa encontra-se inserida. Mas na atualidade, em virtude da abordagem cooperativa de implantação de um SGA, uma base de dados de legislação pode ser adquirida pelos operadores do Direito ou pelo órgão consultor, trata-se do LEX Ambiental, nele encontra-se um cadastro básico e amplo de Leis federais e estaduais que as empresas passam a ter acesso.
                A partir do LEX Ambiental, as empresas realizam um levantamento de suas necessidades presente na legislação ambiental e cria-se o seu banco de dados a partir de itens necessários a seu contexto, descartando os itens desnecessários em decorrência de suas especificidades visando mitigar os possíveis impactos ambientais. São as inovações como essa, que as empresas precisam buscar para se sair bem no processo de implantação do seu SGA.